
Parabéns: saúde, amor, sucesso, felicidades hoje e sempre pra esta jornalista/escritora competente!
Relatos das nossas viagens de MH e troca de experiências com outros caravanistas. "Eu - que envolvo meus pés no temor das armadilhas - quisera ter a infinita coragem dos cegos da cidade grande que singram mares de atropelo, mas fazem seus caminhos passo a passo." (Victor Núñez, 1976)
Há uns 60 km antes de Cuzco pegamos a primeira chuva da viagem acompanhada de um vento muito forte mas que logo passou.
Temos três indicações para ficarmos. Tentaremos primeiro a indicada por De Paris. Como o mapa do Peru que está no GPS não é roteável, um táxi (que é baratíssimo aqui) nos guiou até o hotel. Assim chegamos facilmente ao Club Hotel, centro de Convenções Cusco na Av. Tomasa Tito, 903 Wanchaq, http://www.clubhotelcusco.com/, clubhotel@infonegocios.net.pe (S13º 31.695’ W071º 57.252’). Não sabemos se em dois anos inflacionou ou se é pelo tamanho do MH, mas nos cobraram U$15 a diária (há dois anos era 8).
Nas dependências do hotel conseguimos acessar a net (wireless) o que nos permite atualizar o blog e otras cositas más. Finalmente!
Estamos num pátio fechado e calçado, cercado por quatro cachorros: um deles traz pedra ou latinha e coloca na escada do MH igual ao que a Luna faz com sua bola de tênis (aí a saudade dela aumenta).
A TV mostra, constantemente, um Peru agitado: huelgas (greves), passeatas de professores, funcionários e alunos da universidade nacional (em Puno houve confronto que não presenciamos pq estávamos nas ilhas). Além disso, protestam contra o aumento do preço no transporte e o alto custo de vida. Na manifestação dos professores eles caminham em fila indiana, sisudos e calados, bem diferente do Brasil.
Finalmente em Cusco: para comemorar, uma Chandon (regalo do Horácio) acompanhada de um omelete no capricho!