Em Chiloé o fenômeno das marés é bem visível em muitos lugares permitindo que seus habitantes possam, digamos assim, colher alguns frutos do mar em plena praia.
Outro destaque é sua arquitetura religiosa com mais de 150 igrejas e capelas predominantemente construídas de madeira.
Tranquilamente, em 20 minutos, atravessamos o Canal de Chaco num transbordador ($18.500) e pernoitamos no COPEC (bem simples mas nos cederam luz) na entrada de Ancud (Av. Anibal Pinto). No outro dia fomos abastecer (retribuindo a gentileza), mas não tinham diesel.

Seguimos até o Camping y Cabanas Chiloé (o mais perto do centro, uns 600 metros) que, na temporada pode ser bonito, mas que estava totalmente abandonado: porteira aberta, casas fechadas, carros chilenos estacionados e ninguém para atender. Re se pilchou de mecânico e arrumou o rodo ar. Em todo este tempo nenhum vivente apareceu e seguimos para o centro.
A beira mar, em frente a um COPEC, tem estacionamento pago onde deixamos o MH enquanto comprávamos mariscos e pescados no mercado que é bem sortido e tem uma interessante feira artesanal com muitos produtos de lã e calentadores (chimeneas de piedra cancagua) feitas à mão. Queríamos um destes para usar como lareira lá em casa (cujo espaço aguarda uma desde 2002), mas só encontramos grandes e quadradas o que não nos convinha.
Decidimos seguir até Quellón no ponto mais austral da Ilha e onde termina a Panamericana e, na volta, ir parando. Na saída da cidade quem encontramos? Eles mesmos: Andréa e Fernando (http://casalnaestrada2.blog.terra.com.br/) retornando de Valdívia. Seguimos juntos desde aí.


