sábado, 10 de janeiro de 2015

Onde ficar de MH em Itapema 2015

 

O que foi um estacionamento pra MH em 2014, na Rua 289 em Meia Praia, hoje foi ocupado pelo Burger Madero à beira mar mas, nos fundos, segue sendo estacionamento. Só não conta com água nem luz. No início do ano vimos 3 MH grandes ali. 

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E nesta semana tem um MH no estacionamento deles…

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Onde era um camping na rua 307 na Meia Praia hoje é uma lanchonete. Conversando com o proprietário (achei acessível) ele não descartou a possibilidade de, para a próxima temporada, viabilizar o local para MH. Mesmo assim nas festas do final de ano ele aceitou dois equipamentos. Conversando e só com luz e água (não dispõe de banheiro) pode ser que pra pouco tempo ele permita…

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E tem o Camping Brisa do Mar na Avenida Nereu Ramos, 950 - Centro, Itapema - SC, 88220-000 (47) 3268-0711 que funciona só na temporada e que já publicamos neste blog.

domingo, 21 de dezembro de 2014

FELIZ NATAL

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Encontro de Natal do Grupo Rodamundo

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Na última semana de novembro fomos para o sul do estado para participar do Encontro de fim de ano do Grupo Rodamundo. Tempo nublado em Floripa e lá vamos nós!

Trânsito tranquilo na BR 101 e, do pedágio em diante, já encontramos Ivonete/Harald e Nena/Neoli e fomos papeando no WhatsApp. Paramos pra almoçar no restaurante da Lagoa em Cabeçuda/Laguna mas desistimos (muito caro pra um rápido almoço de estrada) e encaramos a Lanchonete só não comemos a batata frita pois estávamos iniciando nossa reeducação alimentar. Meu grande desafio foi não comer o tradicional ‘croquete de camarão’ e para o Renato os pastéis que ele adora.

Tranquilamente chegamos no Campestre Park (Rodovia Jorge Furtulino, km 7, S28º50’45.56”  W049º17’16’.24”) na Lagoa dos Esteves no Balneário Rincão irreconhecível pra nós onde há exatos 30 anos não íamos.

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Foi ali, no final de 1984, que estreiamos nosso treiler Vila Rica (Turiscar) quando Vitor com menos de um ano não andava ainda e Hedinha se deliciava com a nova forma de vida que se apresentava. Lindos momentos!

2014 e os deuses só conspiraram a favor:

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- lugar lindo (visual de cinema)

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- muita cantoria (isso ‘lava a alma’)

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- reencontrando muitos queridos e queridas (olha todas as fotos no site do Grupo Rodamundo neste endereço: http://www.gruporodamundo.com.br/iii-encontro-no-balneario-rincao-lagoa-dos-esteves-campestre-park/)

- clima de confraternização entre os caravanistas presentes nos 159 equipamentos mais os 07 casais associados que vieram em seus automóveis.

- e o melhor de tudo: a leveza que pairava no ar…

Nesse sentido, aproveitamos para agradecer Getúlio, Albertina e todos integrantes da atual Diretoria por tudo o que vêm fazendo pelo Grupo Rodamundo e pelo campismo como um todo: vocês imprimiram uma marca de eventos gostosos e leves, que a gente sempre perseguiu, criando um clima positivo para acontecer o encontro entre as pessoas.


Veja mais sobre este encontro neste endereço: http://vidadecampismo.blogspot.com.br/

sábado, 11 de outubro de 2014

Voltando pra casa–ITAPEMA

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Saímos daqui (de MH) no dia 16 de março para realizar o Projeto Brasil 2014 com previsão de retorno para a primeira quinzena de novembro. Neste ínterim voltamos (de avião) à Santa Catarina em três ocasiões (duas a partir de Porto Seguro, uma de Fortaleza) para os exames e consultas do Renato quando aproveitamos pra matar a saudade dos queridos.

Precisamos antecipar a volta e, embora a motivação não tenha sido a melhor, convenhamos que não é nenhum sacrifício voltar pra casa junto a esta natureza tão linda!

Encontramos o Parque Linear em plena manutenção caprichosa e plenamente ocupado. Mas o que nos agradou mais foi uma das academias da Terceira Idade (a que fica na R299) plenamente recuperada e usada.

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Na praia os coleguinhas da terceira idade encaram o vôlei de praxe…

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sob os olhares atentos das simpáticas e modernas policiais, enquanto

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outros casais disputavam, animadamente, uma partida de bocha e outros

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disfrutavam da areia firme e plana da praia nas caminhadas e corridas.

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Infelizmente o velho e equivocado hábito de lavar muros e calçadas com água potável ainda não foi superado. Até com os novos muros de vidros fazem o mesmo, pode? (Se tivesse fotografado todos que estavam fazendo teria que fazer um post só sobre isso…).

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Pois é do velho Castelinho – que até agora ninguém me explicou como conseguiram licença pra derrubar (construção, árvores e morro) – o que resta é isso (por enquanto, claro…)!

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

2014 BRASIL lá vamos nós: inciando a volta (parte 1) …

                               Canoa Cachoeira

12 de setembro (sexta-feira) – andamos 353 km

Saímos de manhã mas sem pressa de Canoa concretizando a mudança de planos. Neca e Tere já desceriam para o sul pois têm outra viagem marcada para outubro. Nós só tínhamos de compromisso o Encontro Wenzel no final da primeira quinzena de novembro.

A saúde ou a falta dela e o apelo de alguns queridos (Vitor e Raul) nos ajudaram a decidir pela volta.

Tudo começou assim: por conta de uma ‘bursite’ do Neca ficamos mais uns dias em Canoa (sem ser nenhum sacrifício é claro!). Resistente a tomar qualquer remédio ou a procurar por um médico ele foi driblando a dor no ombro/braço esquerdo. Depois de muita ‘peleia’ tomou anti-inflamatório e colocou gelo mas assim mesmo a situação estava braba… Ele e a Tere foram até Aracati no Hospital Municipal e viram as mazelas da saúde pública no Brasil. Quando finalmente foram atendidos o médico (brasileiro) nem olhou pra eles, não solicitou exames e pouco os ouviu e já receitou (não era virose ao menos, kkk). Eles perguntaram sobre a existência de UNIMED mas ninguém soube informar…

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Dias depois foi a vez do Renato (em uma semana duas crises do que nos pareceu hipertensão, novidade pra nós) precisar de ‘socorro’. O 192 não atendeu em todas as vezes que tentamos mas o pessoal da pousada nos informou que tinha um posto da UNIMED  em Aracati. Pesquisando na Internet descobrimos o endereço e que a clínica funciona 24 h e era especialista em hipertensos … uhuuuu era tudo o que precisávamos (se bem que Re sempre teve pressão normal em torno de 12 x8…).

Nós quatro fomos de táxi em busca do lugar mas não foi fácil: o motorista não conhecia bem a cidade e dirigia na velocidade de ‘cuidado radar’, devagar quase parando! E o Renato passando mal, muito mal!

Numa travessa, perto do Banco do Brasil, está a clínica. Fomos atendidos prontamente e com eficiência pelas atendentes da clinica. O médico, embora não tenha quase tocado no Renato e nem se interessou em olhar os exames dele, respondeu em parte as arguições e foi eficiente no atendimento de emergência (determinando o que as atendentes deveriam fazer) mas, no final não sabemos se foi hipertensão (quem sempre tinha 12X8 e chegou a 17X9) ou labirintite (dois remédios receitados tratam disso). A auxiliar de enfermagem disse que tivemos sorte pois este médico vem de Fortaleza (onde a UNIMED tem um hospital de referência), é bom e cardiologista.

Ficamos mais uns dias e desta vez Renato em profundo controle alimentar mas não totalmente bom.

Explicada nossa alteração de planos, vamos ao relato da volta.

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Dormimos em Cachoeira dos Índios no Posto de Serviço Cachoeira/BR S06º56.378’  W038º43.289’, um dos lugares mais barulhentos, mas seguro! Fomos muito bem recebidos e atendidos pelo gerente.


Até Paulo Afonso

13 de setembro (sábado) – andamos 459 km

Saímos de Cachoeira dos Índios (BR116) e antes de entrar na Bahia desviamos da rodovia pois  até os mapas alertavam para o risco de assaltos (dos três trechos listados este era o mais ‘descampado’). Na ida passamos por um destes trechos e foi tranquilo como já relatamos.

Seguindo pela BR 313, estrada boa com paisagens bonitas como em Petrolândia com seu lindo calçadão junto ao lago onde encontramos uma AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) – (solicitar autorização ao encarregado/diretor Fabiano 04187-9656.4878/TIM) S08º59.348’ W038º13.546’.

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Seguimos até Paulo Afonso. Passando ao largo da usina, impressiona pelo tamanho da mesma. Ao se aproximar da cidade, que fica numa ilha, vimos uma placa anunciando um Camping. Seguimos na direção indicada no entanto a rua estava interditada. Seguimos até a Prainha, lugar de lazer da população local, de onde Graça ligou para Raul Becker (sabe TUDO sobre onde ficar de MH no Brasil). Através dele, localizamos o Camping, que na verdade é um Parque de Águas, com pousada, camping e restaurante (LENO Water Park à beira do lago e próximo à ponte de acesso ao centro S09º25.859’ W038º13.546’). Raul acionou seu amigo Ivus, morador da cidade, que nos honrou com uma visita acompanhado da mulher Fátima. Eles são amigos do Gonzaga, proprietário do Parque, o que determinou uma recepção pra lá de carinhosa.  Gonzaga quer adquirir um MH para curtir sua ‘aposentadoria’  do Parque, ao qual se dedica integralmente. Um muito obrigado ao Ivus/Fátima e ao Gonzaga. Os passeios no Velho Chico ficaram para uma próxima vez, pois devem ser iniciados em Canindé de São Francisco, próximo de Xingó.

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Ivus e Fatima


              Paulo Afonso Antonio

14 de setembro (domingo) – andamos 390 km

Saímos do Parque e demos uma volta no centro da cidade.

Quase no trevo de Jeremoabo vimos dois carros de polícia com os agente munidos de metralhadoras (achamos que era…).

Em todo o percurso muitos comboios de peças de usina eólicas.

Almoçamos no Posto de combustível (BR)  na av. Antônio Carlos Magalhães esq. com BR116. S10º58.568   W038º47.701

Pernoite no  Posto BR Grão de Ouro (km 485), Rede HG em Antônio Cardoso, em torno de 20 km após Feira de Santana (lado direito sentido N/S). Posto amplo mas sem caminhoneiros (hum…). Gerente nos cedeu luz mas os funcionários não demonstraram boa acolhida…, mesmo assim, pernoitamos. Anda mais um pouquinho e fica no Posto Shell!  S12º21.4861   W039º06.065’


          Feira Vitoria

15 de setembro (segunda-feira) – andamos 393km

Acordamos às 6h30min e voltamos à Feira de Santana para fazer a vistoria pra renovação do seguro do MH, conforme solicitação do Bazakas. Com o GPS foi fácil chegar  lá e … surpresa: o avaliador já estava no ‘batente’ a partir das 7h! Pegamos um pouco de ‘tranqueira’ mas às 8h33min já estávamos de volta no posto onde Neca/Tere nos esperavam.

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Estrada e paisagem bonitas.

Dormimos no Auto Posto São Marcos Rodo Rede BR116, km 835 (uns 7km antes de Vitória da Conquista, sentido S/N). S14º57.119’ W040º53.939’ (na bomba de S10). Antes de estacionarmos Neca teve um problema de freio trancado, por bombear em excesso com o estacionário acionado. Devidamente orientados, destrancamos o freio e dormimos.  


                           Até Ponto dos volantes 

16 de setembro (terça-feira) – andamos 327 km

Cedo Neca e Tere voltaram à Vitória da Conquista atrás da concessionária Iveco, há uns 8 km do posto, para verificar a razão do ‘trancamento’ do freio. Trocada a válvula que estava com problema, tudo ficou resolvido e retornaram para prosseguimento da viagem.

Passando em Itaobim (terra das mangas) não resistimos e compramos estas deliciosas frutas (super doces).

A estrada é linda perto de Pedra Azul, mas a quantidade de ‘Pardais’ (lombadas eletrônicas) é abusiva.

Lombadas físicas também abundam: até na frente de um posto da Polícia Rodoviária Federal tem duas. Pior que isso é ter lombada física e eletrônica juntas e tem, acredita!

Seguimos viagem até Ponto dos Volantes/MG onde dormimos, muito bem, no posto (com luz e água) Papai Noel no km 137 da BR 116 (S20º14.864’   W042º08.566’). O gerente é muito simpático e acessível.

Ali tem um serviço de lavação de roupas que não conhecíamos: senhoras pegam as roupas dos caminhoneiros e levam pra lavar. Entregam na hora que o motorista determinar (lavadas e passadas). Bom também para o caravanista que precisa deste serviço, não?


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17 de setembro (quarta-feira) – andamos 455 km

Saímos de Ponto dos Volantes mais cedo do que o costume (7h11min) e fomos até o ‘Posto 7 Estrelas’ S17º37.342/W041º2.977 (onde pernoitamos há dois anos) e enquanto Neca/Tere tomavam café o eletricista consertou a luz alta do nosso MH. Um relê estava queimado. Em dois anos, nos impressionou a decadência do lugar, ao ponto de não salvarmos o Posto para uma próxima passada por aí.

Almoçamos no Posto Planalto II (rede HG) na BR 116 em Governador Valadares (S18º49.951/W041º59.326’), onde o gerente veio ao nosso encontro e ofereceu o Posto para pernoite. Gente fina demais este gerente e certamente numa próxima oportunidade pernoitaremos nesse posto.

Dormimos em Realeza no cruzamento da BR116 com a BR262 num Posto Ipiranga a beira do rio (com luz e silêncio). S20º14.864’   W042º08.566’

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Neca não resistiu e foi pescar, sem sucesso. Eis que, de repente, dá um grito de alegria, pois pegou um peixe = uma lata de sardinha (que ele prendeu no anzol)! Coisas de Neca …


             Realeza Tere 

18 de setembro (quinta-feira) – andamos 314 km

Saímos bem cedo de Realeza em direção a Teresópolis/RJ e só paramos na fábrica da cerveja Itaipava pra ‘fazer uma boquinha’… e levarmos a Premium que estava em promoção.

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Chegamos na hora do almoço no camping Quinta da Barra (Rua Antonio Maria, 100), em Teresópolis.

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Já na entrada a gentileza se manifestou total, com dicas de como entrar, onde ficar, etc.… Era a Denise  e a Flor fazendo as ‘honras da casa’. Escolhemos o local, nos acomodamos, almoçamos e sonecamos (temperatura amena depois de muito tempo).

Mais tarde, conhecemos Maria, também extremamente gentil conosco. Ela e seu marido são os responsáveis pelo Camping, por um processo de arrendamento dos proprietários. Achamos que voltaremos outras vezes nesse camping para visitarmos a Heda no Rio. Além do local ser ‘muito simpático’, com boa estrutura, boa energia elétrica e água, com quadra de esportes, piscina, restaurante, etc. é seguro para deixarmos o MH enquanto estivermos no Rio.

À tarde Neca e Renato desceram o morro (o Camping fica num local alto) em busca de um supermercado, distante 800 mts. Feitas as compras, tomaram um taxi para trazer as compras.


Dia 19 de setembro (sexta-feira), Neca, Tere e Renato foram a pé para conhecer o centro de Teresópolis, mais ou menos 30 minutos de caminhada. Centro este bem movimentado, com comércio forte e diversificado. Renato aproveitou para comprar as passagens para descermos ao Rio no sábado para visitar a Heda. São duas horas até o Rio em ônibus bem confortável.

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O Combinado era, ao meio dia, almoçarmos chuleta suína, com feijão, arroz, salada, a cargo de Neca e Tere. O que aconteceu e de forma deliciosa. Já à noite, a janta de despedida- uma vez que Neca e Tere seguiriam viagem no dia seguinte- ficou sob a responsabilidade do Renato e Graça que prepararam um quibe de forno, acompanhado de arroz e salada de massa com molho de maionese e iogurte. Também estava bom. Rolou espumante, vinho e cerveja para contemplar a preferência de cada um dos participantes. O mais importante, pra nós, a explícita manifestação dos quatro quanto a viajarmos novamente juntos em outros projetos a serem planejados!

                                                   Alegre