
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Cafayate (AR)

Cafayate 2

Camping em Cafayate AR
Sexta-feira passeamos na cidade e, como esfriou muito, compramos um aquecedor elétrico para a sala (no quarto temos um a gás) que nos aqueceu enquanto traçávamos um fondue de queijo: perfeito!
Tem muita coisa para se ver nesta região, mas deixaremos para a próxima vez. Assim, no sábado, compramos vinhos e uma bombacha para o Re. Na saída, um caminhão mal estacionado, somando-se ao fato de não calcularmos bem a altura de uns galhos, causou um pequeno estrago na antena de TV (reparo para ser feito no próximo camping).
Saímos de Cafayate já era 11h30min, almoçamos no Posta de las Cabras (RN 68). De Salta para Jujuy seguimos pela RN 34 já que não se recomenda a RN 9, neste trecho, para carros grandes. O acesso principal de Jujuy estava interrompido (onde no GPS apontava vários postos de combustível) então pegamos a RN 9 em direção Tilcara. Perto de Volcán a estrada fica mais bonita ainda, parecendo um mini Los Caracoles, e o único posto estava fechado para reforma!
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
SALTA 2 (AR)



Como acordei com o rosto totalmente inchado e uma feia alergia no pescoço (que senti, mas de forma branda desde Río Hondo) resolvemos ficar mais um dia aqui. Pesquisei em nossa farmácia o remédio adequado (vamos ver se melhoro) e aproveitamos pra lavar roupas e as janelas do MH.

Os austríacos foram embora, mas voltaram: há poucos metros no estacionamento de um centro comercial arrombaram a porta do motorista: roubara binóculo e um velho rádio (porque o tempo foi curto). Até aqui hay que se cuidar!
Infelizmente não será desta vez que andaremos no Tren a las Nubes: até o feriadão estava com os ingressos esgotados mas no domingo quebrou e não há previsão de funcionamento.
151.088 até agora andamos 2.431 km.
Camping em SALTA (AR)
No GPS não constava o local onde queríamos ficar: nem como camping ou balneário, mas, no velho sistema de que quem tem boca vai a Roma, chegamos lá. Até agora entendemos que, se tivermos o endereço de onde queremos ir ele nos levará certinho, mas só por referência de categoria, nem sempre!


Estamos a 1.186 m do nível do mar, no Balneário e Camping Municipal “Carlos Xamena” na Av. Libano, s/n, Barrio Casino (S 24° 48.733’/W 065° 25.134’, pra nós, Ponto 11), cuja piscina, embora vazia, é a maior que já vimos até hoje. Diária (2 pessoas + MH) = $12,50.
No dia seguinte fomos conhecer esta cidade considerada a que conserva o maior patrimônio da época colonial, cujo nome deriva de “aymará sagta que significa a muito linda”. Fundada em 1582 hoje tem com 464.678 habitantes (Guia YPF).
“Andariego Del mundo, turista o vagabundo. Si llegas a estas tierras de Valle y de sierras, di nieves y verdores, (...) Andariego del mundo, aspira muy profundo en la paz de este ambiente (…) Que este Valle de Lerma responga a tu alma enferma de prisas y de inquietudes (…) Y cuando ya te alejes y estos lugares dejes, dabrás por tu mirada que el último adiós brinda porque Salta es llamada: Salta, la linda”. (Emilio Viñals)
De táxis ($6,10) fomos ao parque San Martín e, de teleférico, subimos ao Cerro San Bernardo de onde se tem uma linda visão panoramica da cidade e do Valle de Lerma: tomei uma cerveja Salta, Re tomou um chá de coca e comeu um docinho básico.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Termas de Río Hondo (AR)

A cidade é cortada, de norte a sul pela RN 9. Logo após atravessar a ponte sobre o rio Dulce se pega à direita onde, à beira do rio, tem áreas de campings particulares e públicas (com piscina onde o fundo é de terra), a duas quadras do centro da cidade.









A cidade em si não é bonita (parece Ciudad de Leste), a limpeza pública deixa a desejar (aliás, até agora isso tem sido a tônica da viagem), os balneários são decadentes (piscinas, WC), as feiras não impressionam mas, em compensação o acolhimento é 1000! Ah! E o perfume das laranjeiras floridas, plantadas nas ruas é de se copiar!

Os primeiros amigos que fizemos foram Horacio (e seus ditos populares, como por exemplo: “mal anda, mal acaba”), Inés e Sabrina Olsen de Buenos Aires: de uma gentileza indescritível. Trocamos regalos e endereços, pensando num encontro em BA em outubro.



Santiago del Estero (AR)

A quantidade de algodão e a de sacos plásticos nos acostamentos impressiona! A Rp 89, de Quimili a Taboada, onde se pega a Rn 34, parece o caminho do inferno descrito nas melhores aulas de catecismo.



Um dos mais lindos por do sol que já vimos não pode ser devidamente curtido de tão horrível é a estrada. Taboada parece uma cidade fantasma dos filmes do velho oeste americano! Dormimos num YPF (deram luz), 12 km depois de Taboada, logo que passa o pedágio.
Vir para Río Hondo ou Santiago Del Estero só pela Rn 34 ou Rn 9, se não, não vale a pena!
Argentina: Misiones, Corrientes y Chaco


Acordamos muy temprano com o barulho de garis que pegavam seus materiais de trabalho ao lado de onde estávamos. Depois de um bom café, agradecemos a hospitalidade e, tomando um mate, seguimos viagem. Na Villa Olivari, uma barreira fito-sanitária (o certificado custou $4,50, com validade de 24 h), desinfetou o MH com Cipermetrina 20%.
Numa boa estrada, com longas retas, ouvindo Vagabundear (Joan M. Serrat) com o argentino/brasileiro (que cantou nos meus 50 anos) Dante Ramon Ledesma, em nossa casa rodante cheia de amor pra dar = perfeição/plenitude!
(...) no me siento extranjero in ningún lugar, donde hay sudor y vino hago mi hogar
Y para no olvidarme de lo que fue, mi patria y mi guitarra las llevo en mí.
Chegamos à cidade de Corrientes, capital da Província de Corrientes (corresponde aos nossos Estados), que através da ponte General Manuel Belgrano se une a Resistencia, a capital do Chaco. Ambas, às margens do caudaloso rio Paraná. Nestas cidades já se percebe o uso abusivo de buzinas e a ausência de capacetes em motoqueiros/motociclistas.

Mas como quase tudo o que é bom dura pouco, levamos o 1º golpe da viagem: na saída, ainda na cidade, um guarda nos ameaçou com uma multa (de $500: dobrar à esquerda numa sinaleira de dois tempos quando só se poderia numa 3) acompanhado daquele papo que todos viajantes conhecem. Não sacava la boleta e não entregava os documentos... Re deu $50 pra não se incomodar (pela 1ª vez deu propina: sempre temos uma virgindade a perder, não tem jeito!). Este episódio embotou nossa imagem do Chaco!
Para compensar, pernoitamos num YPF em Presidencia de La Plaza. O gerente, Sr. Cardoso, nos forneceu energia elétrica e também nos regaló com um vasinho de cactos, como símbolo de uma boa viagem: agradecemos com chocolate garoto, é claro!
Desta vez a SKY não funcionou e, com, isso, assistimos a um belo musical no canal 9 (o único que pegou). O noticiário alerta para a falta d’água na região e a um problema de distribuição de combustível (como no Brasil, uma pressão para aumento de preços...). Pagamos pela gasolina pódium= R$2,03 e diesel = R$1,49. Como o Komeco não esquentou a água, tomamos um banho tcheco e depois testamos um chaco no chaco!
149.859 até agora andamos 1.541 km.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Aniversário da filha mais amada!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Amigos em nossa casa, bom!
