

Fagner assumindo o lugar do Vitor (auxiliar do Re)?

E o escritório está de cara nova!!!

Por fim mas não menos importante:
Relatos das nossas viagens de MH e troca de experiências com outros caravanistas. "Eu - que envolvo meus pés no temor das armadilhas - quisera ter a infinita coragem dos cegos da cidade grande que singram mares de atropelo, mas fazem seus caminhos passo a passo." (Victor Núñez, 1976)




Embora nosso foco atual seja a preparação da próxima viagem, Re está, a todo o vapor, colocando o forro na casa (nas três peças que faltam). Às vezes o vento atrapalha, mas ele segue firme, como é a sua característica (a casa no Natal com a família completa ficará mais bonita ainda)...

Mas como quem tem amigos tem tudo, hoje fomos no Érico/Lígia trocar umas idéias sobre GPS e otras cositas más (leia-se aprender como postar sem ter que arrastar as fotos neste blog)! A generosidade do Érico é emocionante! Brigadu....
O pior é que eles terão que nos aturar.... (senão será mais complicado aprender, rs. rs. rs)






Depois de jogarmos canastra, um sono reparador neste silêncio de pura paz!






















Não o conhecemos pessoalmente mas comungamos da mesma opinião:
No domingo, dia 25, esfriou e, enquanto os trabalhadores retornavam às suas casas nós - aposentados - fomos matar a saudade de Piratuba (ainda abarrotada de povo devido ao feriado prolongado de várias cidade do RS). Lá experimentamos a hidromassagem (inaugurada no ano passado, o único em que não marcamos presença nestes 20 anos) que pra nós substitui perfeitamente o antigo caldeirão dos hipopótamos...
Em Piratuba estamos em casa e aproveitamos pra trazer a alcatra cujo corte especial (diferente do litoral) é perfeita para um grelhado! Visitamos Lothar e Teresinha levando um camarão pra matarem a saudade, curtindo o frio do jeito que gostamos quando estamos lá: cedinho (7:30 hs) nas piscina e, à noite, até fechar...
No sábado, com o anúncio de que teríamos o maior frio do ano, rumamos para Urubici. Encaramos os poucos quilômetros sem asfalto até o Morro da Igreja e pernoitamos sozinhos no estacionamento ao lado da porteira que só abriria no dia seguinte às 7:00hs. Foi uma aventura: só nós num descampado, muito frio, vento e escuridão total! Maravilha... Mais do que nunca confirmamos as vantagens de se ter determinados confortos a bordo: sky, gerador, aquecedor a gás e um bom vinho, é claro!

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