quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Ruta 5/CH, pneu estourado mas tudo bem!

No outro dia depois de colocarmos combustível nos despedimos de Fernando e Andréa (que foram para Valdívia) e seguimos para Chiloé.
Este símbolo indica que la estación de servício es un Pronto com muitos serviços entre eles internet pra quem tem lap-top (ali não tem computador) o que se mostrou ser muito comum por aqui.

No dia 13 estes eram os preços dos combustíveis.


Estacionamentos (casal na estrada http://casalnaestrada2.blog.terra.com.br/) ao fundo), areias nos baldes para limpar os óleos que vazam e as flores de uma cerca viva.


Um quilômetro antes de Frutillar um estrondo: pneu direito traseiro de fora. Socorro da estrada veio (Re se pilchou de mecânico e ajudou). O rodo ar acusava pressão normal e quando o pneu estourou, ele continuou acusando pressão, o que jamais poderia acontecer! Resultado: a mangueira do rodo ar estava dobrada junto à braçadeira que impedia a alimentação dos pneus. Com pressão baixa deve ter esquentado em demasia e estourou, e feio. Aprendizado: é preciso conferir se o ar está de fato chegando até o pneu, não basta o relógio que acusa a pressão.


Pneu trocado e Frutillar CH



Pneu trocado fomos até Frutillar e almoçamos estacionados em frente de uma borracharia. Não tinham o pneu que nos interessava e seguimos para Puerto Mont que cresceu MUITO! Ali compramos um pneu recauchutado para servir de step.

Depois seguimos para la Isla de Chiloé mas essa é outra história de pura beleza...

domingo, 12 de outubro de 2008

Pucon 2

Antes de seguir viagem aproveitamos a internet wi-fi do vizinho no bosque do camping.


À noite nos reencontramos no pátio de um Copec e, novamente, aproveitamos a Internet acessada de dentro dos MHs.
Foi muito bom falar (e ver) com Hedinha e Gabi na Irlanda, Vitor na Espanha e Airton/Dênia em Floripa. Êta skype bom!

Dia típico de camping em Pucón

Sábado nublado: a vontade de churrasquear foi maior do que a ameaça de lluvia.


A origem gaúcha jamais é esquecida!


O outro gaúcho experimentando vinho de caixa ...


Lele, lele... lele, lele... e as marias, sem a Lei Áurea, cuidando das roupas pra merecem um ranguinho (rs, rs).


"Fazedor de Pisco Sour"

Renato executando sua mais nova habilidade: fazedor de Pisco Sour.


Aventura no vulcão Villarrica: Renato/Graça e Fernando/Andréa

Sexta-feira bem cedo, após a preleção de nossos guias e devidamente pilchados seguimos para mais uma aventura. O tempo fechado não nos desanimava. Quando estávamos no teleférico o sol surgiu e lá fomos nós com dois guias mais um jovem casal francês.

Só a mochila pesa pra caraca: 2 litros de água, 1 garrafa de vinho, taças, sandubas, chocolate, capacete, antiparras/garras para botas (para usar se estiver liso), uma ferramenta tipo picareta, dois bastones/cajados. Além disso, as botas especiais também pesam um bocado, mais macacão, gorro, luvas ... Parecíamos uns astronautas.




Comparando a vista entre os dois dias em que estivemos no vulcão....



Sobe-se 1.440 metros de altitude, a partir do ponto final do teleférico, e o caminho, devido aos zigue-zagues é de 7 km. Normalmente, se leva 5 h para subir e 3 h para baixar. O problema básico é o peso da mochila e a neve muito fofa, pra não falar do (des) preparo físico. A caminhada se torna extremamente pesada, pois toda hora se afunda na neve até quase o joelho.

Subindo o vulcão Villa Rica

Quem caminhou dois dias antes pegou tempo bom....
Começando a subida (Fernando fotografou)

Para não perderem a viagem traçaram um vinho em pleno Villarrica.




Gracita (que caminha bem no plano) com suas longas pernas e pequeno atrofio no joelho resistente ao Pilates até hoje desistiu depois de duas subidas - uma delas bem íngreme - na chamada dificuldade média.

Os demais, embora acabados, quase atingiram a meta, pois o mal tempo (neblina, vento) suspendeu toda a atividade de subida.