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sábado, 15 de setembro de 2012

Travessia para o Pacífico

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“Oi Graça, espero que esteja tudo bem com vocês.

Retornamos ontem do passeio que chamamos de ‘Travessia para o Pacífico’. Foram 6050 Km em 12 dias (segunda feira teremos que trabalhar... ).

Foi tudo bem tranquilo, tirando as inúmeras paradas pela polícia Argentina; em uma delas o guarda com o bloco de multas numa prancheta, pediu $50,00 pesos para ajudar no conserto de seu carro, negociamos por $20,00 e nem olhou os documentos; em outras até a data do extintor foi verificada...

Na volta ainda deu para pegar uma aula de história em São Miguel das Missões.

      Abraços

      Doralice , Sandro e Letícia”

Queridos dividimos com vocês a alegria ‘da aventura cumprida’. A paisagem extasiante no quintal da gente é impagável, não? Tudo isso sem a necessidade de arrumar malas, perfeito!

Que a semana seja maravilhosa e até a próxima…

Abração

sábado, 4 de outubro de 2008

Valle de Maipo chegando na Concha y Toro

Um pouco irritados seguimos para a Concha y Toro (constava no GPS, oba!). Rota definida (digitada no Garmin) seguimos sua orientação, muitas vezes prejudicada pelas obras... Enfim, depois de muitas estradas vicinais (lindas, com seus parreirais e cercadas de plátanos, chegamos até a Avenida Américo Vespúcio, o ‘rodoanel’ de Santiago e lá a Luna (a portuguesa que fala no GPS) mandou seguir na autopista RN 78 em a Valparaíso. Gracita com os mapas nas mãos enlouquecida e Renato confiando no instrumento. Em El Paso, finalmente, paramos nos carabineros que nos indicaram como chegar dali em Pirque (onde fica Concha y Toro).
Finalmente no Valle de Maipo, chegamos na hora do almoço: deixamos o MH no estacionamento da vinícola e fomos almoçar num pequeno centro comercial. Ali compramos ostiones congelados: a vendedora conhece o Brasil, arranha um português e diz que encomendou su hijo em Arraial D’Ajuda.


Na viagem passada, compramos picorocos y locos e os cozinhamos num panelão em pleno estacionamento de um shoping em Temuco (Karine, Rafa, Heda,Vitor será que lembram?). O Felipe era muito pequeno e não deve lembrar...


Na Cotê D'Azur vendem na estrada e aqui também. Nunca comemos da forma como a foto apresenta. Será que o nosso velho ouriço es bueno?



Concha y Touro CH

Antes do tour na Concha y Toro: só sorrisos! (notem que Gracita trocou de roupa e de cor...). O lugar é perfeito: a natureza, a estética dos jardins, das casas...
Nosso tour começou as 15 h num grupo majoritariamente brasileiro: um casal de Uberlândia, a filha que mora aqui com seu pai de Sto. Ângelo, dois casais do Rio mais um casal que não sabemos de onde vieram.

É tudo tão corrido que fica difícil optar entre ouvir a explicação da guia ou tirar boas fotos...






Avaliação do programa: é bem coisa pra turista. Passam um vídeo superficial e te levam pra ver as parreiras, a ‘casa do diabo’ (com um pseudo suspense), duas degustações concluindo efusivamente com a informação que a taça que usamos é um regalo (alguns até se surpreenderam: com certeza não leram nenhum dos guias) e mostrando a loja onde podemos adquirir lembranças e viños.

Concha y Toro 2

Fachada da mansão do fundador



Apesar da simpatia da guia, tudo é rápido/cronometrado parecendo, (com todo respeito) aquela imagem das meninas de vida difícil: goza logo porque tem freguês esperando... (a visitação, não a guia!).








Só vale se for um sonho, afinal é a maior exportadora de vinhos da América Latina, a terceira vinícola do mundo, ao contrário, é um passeio onde o custo X benefício é prejudicado: $ 6.000 (R$24 cada um).

Especial pra Hedinha

Não sabemos se a nossa está florida lá em casa, mas em Pirque, onde fica a vinícola Concha y Toro o caminho está cheio delas...



Esta é na entrada principal da mansão dos fundadores...


Te echamos de menos, hija!