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sábado, 29 de dezembro de 2012

Estacionamento, camping, etc: Oi nóis aqui traveis…

 

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Por ‘motivos alheios à nossa vontade’ ainda não estamos em Itapema mas, convenhamos, não é nada difícil (não fossem os motivos) desfrutar deste pequeno paraíso…

ItaTAT 053

Assim não sabemos como está o movimento na praia onde, religiosamente, veraneamos há quase 30 anos.

Na última temporada foi um auê em torno dos RV’s e o governo local prometeu rever a lei (ao nosso ver inconveniente, esdrúxula e preconceituosa em relação ao segmento) que causou tanto transtorno (copiada de Balneário Camboriú que consegue confundir MH com ônibus de turismo).

Por via das dúvidas divulgamos o e-mail (de 27 de dezembro de 2012) enviado ao Grupo do Rancho Móvel do qual somos integrantes abaixo como alerta:

“OLÁ AMIGOS, VAI UM ALERTA A TODOS: EM BALNEÁRIO CAMBORIÚ EXISTE UMA LEI MUNICIPAL QUE PROÍBE O TRÁFEGO DE ÔNIBUS DENTRO DA CIDADE.
SÓ QUE ESTÁ MAL DESCRITA POIS SE É PROIBIDO ÔNIBUS NÃO NOS ENQUADRAMOS NESTE PERFIL POIS SOMOS MOTOR CASA OU MOTOR HOME.
EU ESTAVA VOLTANDO DE SÃO PAULO E FUI MULTADO 2 VEZES, UMA POR TRAFEGAR COM O MEU MOTOR HOME PELA CIDADE E OUTRA POR TER ESTACIONADO À BEIRA DA PRAIA, E FUI ATENDIDO PELO AGENTE DA PREFEITURA QUE ME VENDEU OS TICKS ESTACIONAMENTO (3 TICKS) E ESTAVAM COLOCADOS JUNTO AO PARABRISA DO MEU VEÍCULO, ASSIM MESMO FUI MULTADO.
NÃO EXISTE PLACAS DE ADVERTÊNCIA NEM NA BEIRA MAR. ENTREI COM RECURSO E LEVOU UM ANO PARA SER JULGADO. MANDEI FOTOS DO LOCAL QUE EU ESTAVA ESTACIONADO MOSTRANDO QUE NÃO HAVIA PLACAS DE PROIBIDO ESTACIONAR.
FUI ABSOLVIDO, MAS TIVE MUITO TRANSTORNO, MANDANDO DOCUMENTOS.
GRaNDE ABRAÇO A TODOS E UM FELIZ 2013 E PÉ NA ESTRADA.
JORGE DA ROCHA E FAMILIA - CANOAS - RS.”

Na ocasião participamos de duas reuniões (como veranistas, blogueiros e donos de MH) legitimados apenas pelo imenso apoio que recebemos dos nossos iguais através das manifestações por e-mail e nas redes sociais.

Talvez nesta semana, por ser final de mandato, nada aconteça mas na próxima já deveríamos nos fazer presentes (diretoria das respectivas associações?) nos lugares onde o impasse se estabelecer. Para tanto a linguagem deveria ser comum, única (sugestão de pauta para uma assembleia pois o que ouvimos de disparate em janeiro vocês nem imaginam, inclusive de companheiros de associação!). Sim, sim pior foi o que não ouvimos, foram as omissões, rs… (corta, corta!)!

Relendo as postagens do mês de janeiro deste ano (clica aqui pra relembrar) parece que regredimos, perdemos espaços (físicos) embora o mercado de RV esteja aquecido.

Senão vejamos:

“REPASSANDO A INFORMAÇÃO...

Soube através de um Amigo que o camping do CCB / ARACRUZ-ES está funcionando normalmente. Pessoalmente liguei pra lá e conversei com o guarda camping que confirmou a notícia, informando ainda que estava com uma boa lotação. Quem quiser saber das condições do camping pode ligar para (27)3250-2663 e falar com o Almáquio. Abração.

Silvino Albuquerque”

“Luiz Edgar Tostes

Que presente de Natal !!!
Segundo informação do Adson Marinho, nosso velho companheiro campista de BH, hoje foi a leilão e arrematado o Camping de Aracruz no ES.
No mês passado o CCB perdeu em juízo o andar de sua sede no Rio de Janeiro - INCRIVEL - por falta de pagamento de condomínio. Esse andar foi comprado pelo Menescal com os recursos da venda dos títulos remidos que hoje não valem nada, pois estamos pagando anuidades como os demais associados.
E lá vai o CCB descendo a ladeira... Pelo visto no Natal do próximo ano pouco restará, se ainda sobrar algum camping.
Os nossos pêsames.“
 

“GRAÇA!
Na semana passada tu me perguntaste sobre campings no Espirito Santo... Lembras que eu sugeri, na lista que te enviei, o camping do CCB de Aracruz? Pois é, veja a notícia que o Tostes deu para o Macamp...
Sabes que em Setembro, quando estava retornando lá de cima, ainda passei por lá. Os funcionários da Aracruz Celulose é que cuidavam do local (eles tem os equipamentos lá instalados, barracas e uns "roda quadrada") , e como de costume estava bem ajeitado. O CCB há horas não metia a mão... Se a área foi leiloada mesmo, faço votos que os funcionários da Aracruz, tenham arrematado a área... Aí o camping continua... senão, é mais um edifício a ser construído na beira da praia... "PENA NÉ "...
A propósito, a praia de "Putirí", onde se encontra o camping é bem legal e bonita, fica ao lado da praia do Sauê e Mar Azul...
Abraços Raul Becker.”

Mas, talvez, ganhamos espaços nas redes sociais e nos novos grupos de discussão que se constituíram. Oxalá consigamos que caravanistas, diretorias de Associações, fábricas e demais interessados se articulem em uníssono – só assim teremos força- para avançarmos!!!

Isso aponta para:

- estacionamentos seguros e bem localizados (exemplo de um noturno em Portugal):

http://cm-faro.pt/destaques/3949/estacionamento-para-autocaravanas.aspx#.UNF8E6Nor5Q.facebook

Estacionamento para autocaravanas

19 de Novembro de 2012

Definição de área de estacionamento para autocaravanas no Largo de S. Francisco.

O município de Faro definiu no âmbito da 10ª. Reunião da Comissão de Trânsito e Segurança Rodoviária, uma área de estacionamento para autocaravanas no Largo de S. Francisco.

A referida área encontra-se devidamente sinalizada, sendo o período de estacionamento das caravanas compreendido entre às 20:00 e às 08:00.

Ou iguais às áreas que conhecemos em 2007 e que permitem ficar durante um ou mais dias dependendo da época:

O funcionamento das mesmas também nos causou admiração porque, entre outras coisas, na maioria não tem ninguém controlando. Chega-se, colocam-se moedas para o tipo de necessidade (água, luz) e tempo de permanência – quase sempre com limite máximo de 48 horas. Só uma vez vimos um fiscal conferindo os tickets…

Na estrada romântica (D), bem na entrada de Rothenburg (Com € 10, fica-se 24 h; com uma moeda de € 1 se enche o tanque d’água e € 0,50 a hora de luz). Outro modelo, este no país de Merlin, próximo à fonte da juventude…

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- bons campings (custo X benefício): cujos preços das diárias sejam compatíveis com os serviços ofertados… Falando nisso, a persistir a atual conjuntura, quem de nós assistirá aos jogos da Copa devidamente instalado num bom e seguro camping nas grandes cidades brasileiras? Assim tipo quem vai na Oktoberfest em München (achei a nossa mais divertida mas os campings ‘deram um banho istepô’)

  

ou Roland Garros (não é frescura mas quem é de Floripa sempre lembra do Guga, não tem jeito) em Paris que tem ônibus próprio que deixa o ‘freguês’ no ‘ponto do metrô, não tem?’

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- redes de apoios (“Estados Unidos:1) Os campings não fecham no inverno como acontece com a Europa e o valor médio é da ordem de 20 dólares. 2) Só vai para camping nos Estados Unidos quem quer.Toda a rede WallMart nos EUA é amiga dos campistas. Você pode dormir nos estacionamentos inclusive tem vigilância (de carro circulando) 24 horas. O WallMart também não fecha. 3) Nas áreas de descanso e postos de gasolina, que são muitos, também se dorme. Muitas áreas de descanso possui internet gratuita).” (Celso)


Em tempo:

Camping na 307

“OLHA SÓ GRAÇA!
EU FIZ UM CONTATO, AGORA (14,00 horas), COM A INEUZA ZIMMERMANN (
ineuzamariza@hotmail.com ) DO CAMPING LÁ DA MEIA PRAIA (Rua 307 Nº 10), PERGUNTANDO QUAL O VALOR DA DIÁRIA PARA 2013. . .
PARA MINHA SURPRESA, ELA DISSE QUE SÓ PODERIA FAZER RESERVA DO ESPAÇO ATÉ 31 DE JANEIRO DE 2013, POIS A PARTIR DAÍ O CAMPING IRIA FECHAR, POIS A ÁREA TINHA SIDO VENDIDA.
DESSE JEITO, EU VOU COMEÇAR A FAZER UNS "PLANINHOS" PARA PASSAR O VERANEIO NA RIO - SANTOS. VOU ME BANDEAR PRÁ "UBATUBA", " CARAGUÁ" E O " POINTIZINHO BÁSICO" DE "MARESIAS".
MAS, COMENTANDO SOBRE ESTE ASSUNTO...
SABES QUE SEMANA PASSADA, EU ESTIVE CONVERSANDO COM O PESSOAL DA SANTO INÁCIO LÁ EM GRAMADO E AINDA COMENTEI COM ELES, QUE A SITUAÇÃO ESTAVA FICANDO EXTREMAMENTE CRÍTICA, QUANTO A LOCAIS PARA ESTACIONAR MOTOR HOMES (NÃO ESTOU FALANDO DE ÁREAS DE CAMPING), POIS ESTAS CADA VEZ ESTÃO RAREANDO MAIS (olha o exemplo acima), E CADA VEZ MAIS OS CONSTRUTORES DE RV's, COLOCANDO MAIS CARROS NO MERCADO E MAIS CARROS INDO PARA REVENDAS DE USADOS, E ESTES, POR SUA VEZ, SENDO VENDIDOS A "NOVATOS". O MERCADO AQUI EM BAIXO ESTÁ TREMENDAMENTE AQUECIDO. EU QUERO VER ONDE VÃO ESTACIONAR OS RV's DAQUI UNS QUATRO A CINCO ANOS.
VEJA SÓ AQUI NO SUL (em locais à beira mar):
HOJE (fins de outubro), NÃO SE CONSEGUE MAIS VAGA PARA ESTACIONAR NO CAMPING LAGOA MAR EM GAROPABA, POIS QUEM LÁ ESTACIONOU NO ANO PASSADO, TEM A PREFERÊNCIA DE RENOVAR O ESPAÇO. (MESMO ESQUEMA DO MUNDAÍ EM PORTO SEGURO).
A ÁREA DE CAMPING DE ITAPEVA, QUE ERA DO GOVERNO DO ESTADO, FECHOU HÁ MAIS DE QUATRO ANOS E NÃO ABRIU MAIS.
EXISTE UM TERRENO EM TORRES QUE É DO PROPRIETÁRIO DO GUARITA CAMPING, ONDE SÓ CABEM 10 RV's, QUE JÁ ESTÁ LOTADO PARA A TEMPORADA 2013.
ENFIM, SÃO POUCAS AS ÁREAS À BEIRA MAR EXISTENTES... NO FUNDO, NO FUNDO, EU TENHO PENA DESTE PESSOAL QUE ESTÁ RECEBENDO E VAI RECEBER OS RV"S PELOS PRÓXIMOS MESES E MAIS OS "NOVATOS" DE SEGUNDA MÃO QUE VEM POR AÍ...
NÃO VOU ESQUECER DA PERGUNTA QUE "UM FELIZ NOVO PROPRIETÁRIO DE RV ZERINHO", ME FEZ NA SEMANA PASSADA LÁ NO CAMPING DE GRAMADO. "VOCE TEM IDÉIA ONDE POSSO IR COM ESTE MH QUE ACABO DE RECEBER?"
VAIS DIZER O QUE PARA " O COITADO"...
NÃO VAI À TORRES, POIS O TERRENO DE LÁ NÃO TEM MAIS LUGAR, NÃO VÁ A GAROPABA PORQUE O LAGOA MAR ESTÁ LOTADO... ITAPEVA FECHOU HÁ QUATRO ANOS E POR AÍ VAI...
AGORA, IMAGINA SE O JACONE DO LAGOA MAR, VENDE A TAL ÁREA DE CAMPING PARA UM GRUPO LIGADO A CONTRUÇÃO CIVIL, (que é o zum zum, que está ocorrendo agora e que ocorre todo ano, e que eu acho que mais dia menos dia vai acontecer)...
MEU DEUS, ME LEMBREI AGORA... VOU URGENTE FAZER UMA RESERVA LÁ NA BARRACA DO CANDINHO, NA PRAIA DO PRUMIRIM EM UBATUBA, ANTES QUE RESERVEM E QUE NÃO EXISTA MAIS LUGAR… RS,RS,RS...
ABRAÇÃO GURIA...”


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Nem te anima: esta placa não é brasileira… sonhar não custa nada (ainda)!


Comentário, pertinente, do Juarez (Rancho Móvel):

“Muito bom.

Esses comentários sobre campings fechando devem ser motivo de discussão permanente, tanto na net quanto nos encontros.  Temos que, juntos, acharmos uma solução. Sabe-se que um dos motivos é o aspecto financeiro, com a sazonalidade da utilização, baixa procura na baixa estação. Alguns campings estão adotando o sistema da “roda quadrada” que proporciona receita o ano inteiro.  Para nós, dos Motor Homes fica mais difícil. Um exemplo disso é o camping da Pinguela, em Osório, onde o Sebrae fez um estudo e apresentou a solução, na época (2 ou 3 anos atrás) de terem essas “rodas quadradas” em um número que, pelo que me lembro, na época era de 104 para custear as despesas fixas.

Esses dados são realmente preocupantes, pois nós, que usamos os Motor Homes pouco contribuímos, só usamos nas boas épocas, por pouco tempo, e depois ???

Vamos estudar soluções, pois não basta querermos, temos que dar a contrapartida.

Acho que, a exemplo da Europa, dever-se-ia pagar por algumas coisas, assim a gente teria melhores acomodações.

Exemplo:  não pedir à rede de combustível o estacionamento gratuito, simplesmente. Quem sabe propor, através das associações, um convênio de forma a pagar-se a estadia, obtendo-se mais qualidade no local, como água e luz??? Um exemplo é o que postei recentemente, o Posto Renascença, de Osório, que está preparando um local para o pernoite de MH, com água, luz e pinicão.  Propusemos que ele cobrasse uns 15,00 por dia por MH. Eles prontamente concordaram e estão preparando a infraestrutura.

O importante, acho, é termos onde parar, mesmo que pagando alguma coisa (sem exageros, é claro.) Assim pode-se ter postos nos recebendo com estrutura inclusive em locais turísticos. O posto tem por si só uma estrutura física e pessoal que mantêm independente da parada de MH ou caminhões, então, com pouca coisa a mais poderiam nos proporcionar locais seguros e eficientes.

É uma das ideias.

Juarez”

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Estacionamento em Porto Alegre

 

“Meus AMIGOS,

Ai vai uma dica de estacionamento para Motor Home em Porto Alegre norte próximo a FIERGS.

Trata-se do Posto Dueville que fica na av. Assis Brasil, 6853

O acesso é fácil, saído da auto estrada Porto Alegre / Osório na rotula da Av. Assis Brasil seguir o sentido FIERGS (cuidado para não ir para Cachoeirinha).

Após 2 Km o posto poderá ser visto do lado esquerdo, na frete da Caixa Econômica Federal, do outro lado da Avenida.

Logo a seguir (500 metros) existe um retorno.

O Local é seguro com guarda 24hs, estacionamento fechado sem cobertura, possui Água e Luz, é permitido pernoitar no veiculo.

É cobrado R$ 14,00 reais a diária, e  R$ 300,00 reais mês.

Qualquer duvida falar com Daniel, fone (51) 3364-1600 .

Um grande abraço,

Roberto Sosinski & Cenira”

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Estacionamento em Buenos Aires - Sufoco!

Domingo, dia 26 de outubro, pernoitamos no ACA de Lujan (S34° 34.942 W059° 03.345, com $50 a diária). No GPS ele não consta como camping, mas como Centro Recreativo (até descobrir isso a gente zanzou...). Recepção simpática e atenciosa de mãe e filho. O lugar é um grande espaço arborizado com estrutura pra pic-nic, restaurante e camping (com muitas rodas quadradas). Fica na Ruta 5, km 66. Havia um ônibus que fazia o transporte até a cidade, mas que hoje está impedido de fazê-lo (novas leis locais) e, por isso, porta uma faixa com estamos de luto... Para deixarmos o MH ali, só na luz, o preço da diária é o mesmo.

Na expectativa de uma possível escolha e ainda com esperança de podermos estacionar junto ao evento (Torneio de tênis) fomos conhecer os endereços disponíveis.

A maior decepção foi na Guardería de casa rodantes, trailer y motorhomes - Ruta 6 Club (a 750 m. del cruce Ruta 7, acesso oeste, y Ruta 6 a Cañuelas (http://www.ruta6.com/) – indicada por várias pessoas e que também consta do Guía del Acampante (http://www.alojar.com.ar/): um imenso espaço gramado com árvores, alguns MH e trailers abrigados em telhados simples. Os funcionários foram gentis mas o dono, por telefone, não nos aceitou porque o local é exclusivo para sócios. Se num lugar específico para MH inexiste solidariedade com um companheiro de outro país que apenas deseja deixar seu equipamento num lugar seguro, pagando um preço justo, começamos a imaginar o pior ...

Adelante passamos no Palos Verdes (camping para adultos) em Moreno (Ruta 24, http://www.palos-verdes.com.ar/, com acesso por uma estrada de chão (750 m.) ao lado do condomínio fechado (alto padrão) Santa Ana. Por $200 poderíamos deixar o MH (de 2ª a domingo). Seu dono, Ricardo, foi muito gentil e acessível (mandando cortar dois galhos) para que pudéssemos passar com o MH.

Sabendo que no novo (explicaremos no post sobre o torneio) lugar do torneio se poderia estacionar o MH fomos para Buenos Aires (também para checar as outras indicações que tínhamos). No Club Circulo dos sub Oficiais da Aeronáutica (Av. Sarmiento 4040), que terceiriza o aluguel das quadras, passando por todas as instâncias decisórias, fomos autorizados a deixar o MH ali (somente a partir do início da competição até domingo), sem luz, por $30 a diária e com a expressa proibição de dormirmos no mesmo..

Ainda estacionados na praça próxima ao circulo, fiquei no MH enquanto Renato, de táxi, verificava os outros endereços: na praça Itália no Porto Madero (indicado por Leda) estava tudo abandonado; no cruzamento da Córdoba com a Florida, bem central, o estacionamento permitia entrada de veículos com no máximo 3 ms de altura – nem se perguntou o preço p/ estacionar, que deve ser bem caro devido à localização.
Ao lado do Obras Tênis Club, onde seria o torneio (Av. Libertador, 7395) tem um excelente estacionamento, diária de $ 15 a 20, com vigilância só até a meia-noite, qdo são fechados os portões (pra quem pode pernoitar no MH é uma opção).

Já irritados com o tratamento nada amistoso, na maioria das vezes, seguimos pela Autopista 2 e 1 até La Plata, capital da Província de Buenos Aires (57 km de BA). O Camping listado no Guia não consta no GPS e fica fora da cidade.

Num posto YPF com bom estacionamento não nos permitiram estacionar, alegando cláusulas de contrato com a seguradora do local.


Acima o estacionamento do Sub-oficiais.... (os sem palavra).


Seguindo em frente na mesma calle, Renato parou no Centro Desportivo Municipal, conhecido como Colônia Municipal. No começo o Diretor foi um pouco reticente em concordar de passarmos a noite ali. Depois cedeu. Seguiu-se um processo de relacionamento com as pessoas que resultou numa grande amizade e confraternização de argentinos e brasileiros. Adolfo (diretor) foi pugilista profissional, lutou diversas vezes no Brasil, gente fina. Roberto (vice-diretor) de uma gentileza muito grande tb, foi com sua camionete com o Renato atrás de lojas de pneus. E todos têm um ponto em comum: cultivam o tradicionalismo gaúcho, participam de cavalgadas, gineteadas, etc. Um fogão de chão, que nunca se apaga, mantém acesa a alma gaucha. Os dois vigias, serenos como são chamados, super atenciosos conosco.


No dia 29 seguimos para BA. Ao entrarmos no Club dos sub Oficiais (onde tivemos a autorização) o entendente veio nos avisar que só poderíamos estacionar até sexta ao meio-dia, e que a diária era de $ 50 e não mais de $ 30 cf combinado antes. Cara, não sustentaram a palavra dada, nos deixando com um problemão a resolver.
.
Na quinta-feira, depois dos jogos (18h30min) Re, Mico e Neca levaram o MH para La Plata, depois de conversar com o Diretor do Centro Desportivo, que logo atendeu ao pedido, e voltaram de táxi.


La Plata, a capital da província de Buenos Aires, foi totalmente planejada e é conhecida como a cidade das diagonais. É a cidade com mais museus e lugares históricos de toda a província. Sua praças e áres verdes são encantadoras...







No domingo à tarde, voltamos à La Plata e na segunda-feira seguimos viagem: retorno para Floripa. A despedida dos gaúchos platenses nos deu a certeza de uma amizade construída. Até passar uma água no MH eles passaram. Queremos dizer mais uma vez o nosso MUITO OBRIGADO.

O retorno pela Província de Entre Rios é assunto para a próxima postagem (depois de sairmos daqui, é claro!).

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A Caminho de Buenos Aires

A RN 40 saindo de Bariloche descortina mais uma paisagem de cartão postal: lago verde esmeralda (Valle Encantado)! Na seqüência a RN 237, como numa conspiração pró beleza, com o rio Limay, inunda nossos olhos com seus cenários dignos das melhores produções de Hollywood.








Paramos para pernoitar em Piedra del Águila. No posto Esso não nos disponibilizaram nem luz e nem internet. No YPF/ACA só estava um jovem frentista que não sabia nem o que era internet.

Pernoitamos no Camping Municipal (gratuito, com luz) a 200 metros da praça principal que, embora deserto, só com a casa dos caseiros, pareceu-nos seguro. Las piedras del Áquila, ao redor, nos protegeram do vento forte e frio!





Ainda no circuito estrada beleza em Villa El Chocón, localizado sobre o rio Limay, a 90 km de Neuquén, (a terra dos dinossauros) entramos para ver o lago embalsado Ezequiel Ramos Mexía, maior do que o Nahuel Huapi (Bariloche, Villa Angostura).


“Inaugurado en 1972, se lo denominó ‘la obra del siglo’ pues fue el primero de los grandes proyectos hidroeletricos de la Argentina”.


Tudo bonito, gente acolhedora, mas, para os padrões brasileiros a obra só impressiona pela cor esmeralda de seu lago. Os dinossauros? Deixamos para ver na próxima viagem!



Dormimos em Choele Choel num posto Shell com internet, mas sem luz (novamente salvos pelo gerador). Aliás, desde que saímos de Bariloche a má vontade tem sido a tônica. Nos YPFs (até nos ACAs, tão bonitos) não tem internet e nem cedem luz.

Até Baía Blanca foi um suplício: ventão, MH balançando cada vez que uma carreta (quase sempre do tipo articulada) passa no sentido contrário. Embora tenha bons e grandes postos, a rede YPF/ACA é boa pra quem quer se hospedar ou acampar: para pernoite não tem sido nada acessível e/ou simpática (além disso, o sistema wi-fi está em manutenção ou inexiste).
Uns 7 km antes de Baía Blanca tem um posto ESSO com tudo! Os postos SHELL neste trajeto até Luján na R 7 sempre têm banda ancha 24 horas...



De Neuquén a Rio Colorado a beleza deixa lugar para um descampado, um vento implacável numa estrada desnivelada pelo tráfego pesado. Talvez para quem venha no afã de conhecer/curtir Bariloche este transtorno não tenha a dimensão que lhe damos, mas, com certeza é um trecho totalmente dispensável!




Perto da cidade de Azul melhora um pouco: apesar do vento, o asfalto melhora e na paisagem aparecem lindos pastos e gados leiteiros.


Como precisamos deixar o MH num lugar seguro por 4 dias (quando ficaremos num hotel em Buenos Aires para o 14 TAT) segue a novela que nos tem feito rodar, em quatro dias, 1.533 km: se servir como aquecimento aos jogos, tudo bem!

Com as indicações das quais dispomos decidimos subir mais cedo para achar e escolher, se for o caso. Assim, novamente Mar Del Plata ficou para a próxima viagem.































































































terça-feira, 21 de outubro de 2008

Chiloé Insular e Quellon (Chile)

Esta zona turística do Chile “incluye la Isla Grande de Chiloé, el archipiélago de isla interiores y el sector continental desde el fiordo de Comau hasta el fiordo de Reñihue. (…) distinta al resto de Chile, superándose la clásica división entre Cordillera de la Costa, Valle Central y Cordillera de los Andes. Aquí el Valle Central se hunde, dando paso a un mar interior; la Cordillera de la Costa está fragmentada en múltiples islas; y la Cordillera de los Andes deslinda con el océano. (…) En esos tres siglos se desarrolló una cultura ‘intramuros’, producto del mestizaje hispano-mapuche y condicionada por el medio marítimo. Hoy permanece vigente, con testimonios que sorprenden al viajero.”

Em Chiloé o fenômeno das marés é bem visível em muitos lugares permitindo que seus habitantes possam, digamos assim, colher alguns frutos do mar em plena praia.

Outro destaque é sua arquitetura religiosa com mais de 150 igrejas e capelas predominantemente construídas de madeira.

Tranquilamente, em 20 minutos, atravessamos o Canal de Chaco num transbordador ($18.500) e pernoitamos no COPEC (bem simples mas nos cederam luz) na entrada de Ancud (Av. Anibal Pinto). No outro dia fomos abastecer (retribuindo a gentileza), mas não tinham diesel.



Seguimos até o Camping y Cabanas Chiloé (o mais perto do centro, uns 600 metros) que, na temporada pode ser bonito, mas que estava totalmente abandonado: porteira aberta, casas fechadas, carros chilenos estacionados e ninguém para atender. Re se pilchou de mecânico e arrumou o rodo ar. Em todo este tempo nenhum vivente apareceu e seguimos para o centro.

A beira mar, em frente a um COPEC, tem estacionamento pago onde deixamos o MH enquanto comprávamos mariscos e pescados no mercado que é bem sortido e tem uma interessante feira artesanal com muitos produtos de lã e calentadores (chimeneas de piedra cancagua) feitas à mão. Queríamos um destes para usar como lareira lá em casa (cujo espaço aguarda uma desde 2002), mas só encontramos grandes e quadradas o que não nos convinha.

Decidimos seguir até Quellón no ponto mais austral da Ilha e onde termina a Panamericana e, na volta, ir parando. Na saída da cidade quem encontramos? Eles mesmos: Andréa e Fernando (http://casalnaestrada2.blog.terra.com.br/) retornando de Valdívia. Seguimos juntos desde aí.
Cangrejos de Quellón

Torre do museu (Ancud)

Em Quellón fomos até Punta Lapa no marco indicativo do final da Ruta 5 – RODOVIA PANAMERICANA – que começa no Alaska e onde termina o asfalto.

sábado, 4 de outubro de 2008

San Fernando, Trem do Vinho CH

Em San Fernando estacionamos na frente de um super e compramos o que nos faltava, principalmente vinho, é claro. Há uma quadra estava a estação de trem onde gentilmente nos deixaram ficar num lugar que, embora reservado, tinha muitos transeuntes.

Os Carabineros, que mais uma vez foram super atenciosos, sugeriram que pernoitássemos na praça onde fica a corporação. Depois das 20 h (sem parquímetro) estacionamos e por ($ 2.000, R$ 8,00) conseguimos luz de um quiosque da praça. Antes das 7 h deles, já estávamos no estacionamento da estação ferroviária (que é perto dali). O tratamento de todos, do guarda aos chefes que são muitos, foi maravilhoso.


Agora sobre o Trem do Vinho...

O passeio só é realizado nos sábados e para o nosso esquema de não se ter um cronograma fixo (horário e dia de vôo, por exemplo) não serve. Na estação, ninguém sabe dar informação a não ser o número de um telefone (que só mandava deixar mensagem).

Só quando o trem chega é que ficamos sabendo se tem lugar (fora do esquema das agências). Oferecem três programas: o mais simples é simplesmente viajar no trem e participar da degustação, por $ 22.000 (R$ 88,00) por pessoa, e deve-se voltar de ônibus de Sta Cruz a San Fernando ($ 800 por pessoa); o segundo, inclui o primeiro, acrescentado do almoço, visita a um vinhedo e ao museu, este por $ 62.000 (R$ 248,00) por pessoa; e terceiro, chamado de Premium, se viaja num vagão com mesas, uma certa mordomia a mais e inclui o segundo, este por $ 80.000 (R$ 320,00) por pessoa. Íamos faer o segundo, mas já no trem nos informaram não haver mais vaga. Resultado: ficamos com a primeira opção.

Enfim, pagamos um mico/quebramos a cara: pagamos muito caro pra degustar uns quatro vinhos e comer, numa pequena tábua, uma fatia de kiwi, 4 gomos de bergamota, 2 palitos de queijo, quatro minúsculos pedaços de queijos diversos, uma ameixa preta, umas passas pretas e alguns amendoins pequenos.
Concluída a recepção com três músicas e danças típicas, pegamos um bus e voltamos até nossa casa, seguindo direto para a estrada.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Chala PE

Em 02h30min (das 14h30min as 17h00min, deles) percorremos 149 km, pernoitando em Chala, ao lado do Hotel do Turista (que não cedeu luz), de frente para o Pacífico. Fomos presenteados com um belíssimo e inspirador por do sol!