Mostrando postagens com marcador Argentina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Argentina. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 14 de abril de 2011

USHUAIA: lá fomos nós! Parte 15

41º dia, 1º de abril – rodamos 89 km

carlos paz cordoba e alta gracia

De Carlos Paz à Córdoba são 37.8 km e até chegarmos ao YPF/ACA, junto ao Hotel ACA, rodamos 89 km e isso com dois GPS e vários mapas à disposição!

Tínhamos a informação de que em Córdoba (capital da província do mesmo nome) teria um ‘camping municipal dentro do lindo parque San Martin, aberto o ano todo’. Encontramos no GPS uma indicação do parque e do camping e a seguimos: era após a Av. Circunvalación, um parque feio, num bairro feio e totalmente aberto (só a piscina estava cercada e limpa). Desconfiamos que chegamos no lugar errado mas no GPS não tinha outra opção e ninguém nos soube indicar outra coisa. Aí começou uma sucessão de busca aos YPF’s ACA: cada motorista tinha uma indicação, o que resultou num tour forçado na hora do rush numa sexta-feira. Finalmente chegamos ao YPF junto ao Hotel ACA (Av. U. Frías), perto do centro. Lá nos deixaram ficar atrás do posto, ao lado do estacionamento dos carros de socorro deles. Com o gerador ligado ficou beleza.

IMG_0823

Mais tarde Fernando e Isa (com dois dos três filhos) vieram nos visitar trazendo os comes completos. Vino daqui, vino dali ficamos até as 3h30min hs papeando.

DSC03745


42º dia, 2 de abril – rodamos 46 km

Infelizmente a @ não funcionou na lanchonete do YPF/FULL. Às 10 h fizemos o city tour num doble bus ($35.- por pessoa) que dura 01h30min (à tarde ele sai às 18 h).

DSC03769

DSC03780

IMG_0844

IMG_0845

Almoçamos no shopping Palos Altos que fica bem no centro da cidade cuja peculiaridade é que, embora moderno por dentro, manteve a fachada histórica uma exigência das construções nas ruas adjacentes, o que nos agradou muito.

IMG_0852

Sugestão de Fernando ensejou mais uma mudança no roteiro: seguimos para Alta Gracia em busca da Estancia Jesuitica e do Museu Ernesto Che Guevara ou La Casa del Che ($5.-), onde ele viveu dos 4 aos 16 anos, transformada em museu em 2001.

DSC03794DSC03800DSC03802DSC03807

Além do resgate histórico e de cópias de algumas de suas famosas cartas estão a bicicleta (onde ele acoplou um motor e percorreu boa parte da Argentina) e a moto (eternizada no filme Diários de Motocicleta), com a qual percorreu com um amigo a América do Sul. Ali, mais do que nunca, a gente se arrepia lendo: “hay que endurecer pero sin perder la ternura, jamas!”

DSC00785

DSC03808

Depois estacionamos na praça central e visitamos o Museo de la Estancia Jesuitica de Alta Gracia/Casa del Virrey Liniers ($5.-). Não tem como não rir quando Renato e Neca - que muitos anos passaram nos seminários da Ordem – reivindicam parte destes patrimônios da humanidade (porque ajudaram a construí-los...).

DSC03816

DSC03824  DSC03826DSC03831            DSC03841

DSC03838

IMG_0861

Dormimos na praça (mas tem camping na cidade) junto com mais um micro MH argentino: ficou bem interessante a fila decrescente... Internet wi-fi de uma sorveteria no banco da praça mas só pra e-mail, no mais caía tudo, infelizmente.

DSC03855


43º dia, 3 de abril – rodamos 497 km

DSC00787

Dia de estrada: de Alta Gracia à San Justo. Antes de chegar ao centro da cidade, num entroncamento, tem um YPF Full junto ao restaurante La Parrilla que, talvez por ser hora do almoço num domingo, estava simplesmente lotado. Finalmente internet boa de dentro do MH = atualização do blog (pena que nenhum dos filhos estava on line).


Alta Gracia ao Paraguai

44º dia, 4 de abril – rodamos 449 km

Mais um dia só de estrada: de San Justo/Santa Fe à Resistencia/Chaco

Nestes últimos dias vários postos YPF estão sem combustível e, quando tem é do tipo aditivado (Euro), um peso a mais por litro. Por que os YPF? Porque os Shell, Petrobrás, Esso … são mais caros. Da Patagonia pra cá dá pra sentir a diferença no preço do combustível pois lá tem incentivo fiscal. Hoje entramos em vários e o único que tinha era este: Estación E. Sandrigo, Ruta 11 km 814, Guadalupe Norte/SF (com wi-fi).

Em Resistência nossa informação era de que tinha um camping num parque municipal. O único arrolado no GPS como área de descanso (mas com o símbolo de camping) fica num parque próximo à Ruta 11 mas não é camping. Ali nos informaram que o camping que procurávamos fica no Parque 2 de Febrero.

resistencia 2

Junto ao Parque, tem o Camping com o mesmo nome, que não consta no GPS. É municipal com uma diária de 24 hs (assim não importa a hora na qual se entra) ao custo de $ 10.- por MH, incluindo as pessoas.

DSC03877

DSC03878

DSC03879

O camping tem um lago, é arborizado mas está bastante descuidado, o que é lastimável, pois é bem situado, próximo ao Carrefur e a um posto YPF. Também muito sujo o passeio da avenida onde se instalam o carros (velhíssimos) vendendo os tijolos que vimos fazer à beira da Ruta 11.

DSC03884DSC03886


45º dia, 5 de abril – rodamos 284 km

De manhã os homens ficaram em função dos MH  lubrificando a rebimboca da parafuseta, retirando as tiras de borrachas que impediram estragos do vento patagônico, trocando fusível do resfriar (coisinhas básicas) e as gurias disfarçaram o pó e a sujeira que só sairão depois de uma faxinada geral que se espera fazer em Santa Helena (Paraná).

DSC03882

Almoço, siesta e depois um pulo no Carrefur pra buscar mais cerveja Patagônia (amber larger, hum...) e estrada novamente.

Passamos na entrada de Formosa (capital da província do mesmo nome) e a loucura das motonetas de 50 cc se repete: uma enormidade de gente, a maioria sem capacetes, às vezes com até duas crianças entre os adultos e transitando ora no acostamento gramado, ora na rodovia. Todo cuidado é pouco!

E a falta do diesel continua....

Também impressiona, desde o Chaco, a quantidade de barreiras policiais (todas amistosas conosco, mandando adelante sempre).

Pernoitamos no YPF/ACA de Clorinda num gramado bem bonito.

Amanhã, Paraguai.

roteiro realizado na volta chile argentina

Endereços e Coordenadas

Casa del Che: Avellanda 501 – Alta Gracia – Cordoba/AR. Tel. (03547) 42-8579;

Camping em Resistencia: Parque 2 de Frebero, Av. Avalos y Lavalle (S27º26.253’ / W058º59.095)

City Tour/Cordoba: www.cordobacitytour.com.ar

Estacionamento YPF em Clorinda /AR: S25º19.345’ / W057º43.952’

sábado, 26 de março de 2011

USHUAIA: LÁ FOMOS NÓS! Parte 10

 

31º dia, 22 de março – rodamos 296 km

ADUANAS E RÍPIO ‘OI NÓS AQUI TRAVEIS’...

A temperatura dentro do MH é de 1º e lá fora de -10º (a sensação térmica? Sei lá mas é de muuuuuuuuuuuuitooooooooooo frio!). E vento mandando ver...

DSC03374

Às 8 h o para-brisa do nosso MH tinha gelo por dentro e por fora dificultando a visão até que o sol o derreteu enquanto fazíamos os trâmites na aduana (que foi tranquilo).

DSC03375

E... ola que tal, rípio: que saudades! Doze quilômetros depois mais uma aduana, desta vez a chilena: tranquila, mas demorada, muito carimbo... Pela primeira vez nesta viagem olharam bem a geladeira e pediram pra ver alguns armários (no nosso caso ficou claro que o fiscal nunca tinha visto uma casita assim tão grande e completa, mas no do Neca/Tere parece que a fiscal foi mais rígida mesmo).

DSC00733

Para nós pareceu que o trecho de rípio ruim estava melhor e o bom, piorara. Viemos tranquilos e rapidamente. No entroncamento onde dormimos na ida encontramos o fundo da churrasqueira que tínhamos esquecido. Esperamos por uma hora até eles chegarem. Chegamos ao asfalto (antes da entrada para Cerro Sombrero) às 12h13min, almoçamos e esperamos por Neca e Tere durante uma hora. No total foram duas horas de diferença num trajeto de 142 km de rípio. Essa diferença deve-se ao tamanho dos pneus. Pneus pequenos forçam a ir despacito especialmente devido às já referidas costeletas da estrada, que, como diz Fernando, trelam tudo .

Nessa hora chega-se rapidamente à conclusão de que os motor homes convencionais não são preparados para estradas nestas condições. Além de se correr o risco de quebrar algo no carro, internamente parece que tudo vai despencar e isso que no nosso barulhava, apenas o suporte do blecaute do para-brisa e a janela do motorista (Tere e Neca quase desmontaram o deles e dá-lhe trelar!). O pó, então, completa o quadro.

DSC03376  DSC03377DSC03378  DSC03379DSC03380  DSC02780

Renato teve o cuidado de fechar a chaminé do aquecedor a gás e as principais entradas de ar com papelão, notadamente as de cima, por onde o pó adentra no motor home. Isso foi fundamental, mas não evitou que alguma poeira entrasse. Já na parte inferior, dos bagageiros contendo equipamentos, cujas entradas de ar são mais difíceis de fechar porque são muitas, a poeira fez a festa. A solução foi encostar numa gomeria e pedir a mangueira de ar e fazer aquela limpa.

O maior problema para motor homes com motor traseiro, em estradas de poeira, é o filtro de ar, que fica atrás e acaba puxando a poeira para o filtro. Renato teve o cuidado de a cada 70/80 km parar e fazer a limpeza com o ar do compressor, através de um engate rápido instalado debaixo do painel do carro. Isso, com certeza, evitou problemas mais sérios de motor.

Mais alguns km e pegamos a mesma balsa da vinda e 40 km adiante, em Monte Aymond, mais uma aduana, ou seja, saímos do Chile e entramos na Argentina novamente. Em nenhuma delas fizeram vistoria nos carros. E o ventão continua...

Nove km antes de Rio Gallegos (capital da província de Santa Cruz) tem um posto policial onde nos pediram a documentação (novamente).

Dormimos ao lado de um YPF (onde Neca colocou água). Existem vários YPF’s e um BR próximos uns dos outros convém pesquisar antes de pernoitar.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ushuaia, lá vamos nós! Argentina 1

DE GUALEGUAYCHÚ A EL BOLSÓN


O que significa Argentina? Vem do Latim argentum = prata.


La palabra Argentina proviene del latín argentum, que significa "plata"


Observação Em Victoria/AR programamos de forma automática o GPS até a Ruta 40 após Bariloche. Assim estamos seguindo o roteiro que ele nos programou o que se mostrou excelente. Boas estradas, pouco tráfego e roteiro mais curto. A exceção foi na saída de Rosário que achamos ser melhor ficar sempre na Ruta 33.


5º dia (25 de fevereiro) – de Carmelo/UY a Victoria/AR Rodamos 375 km

Gualeguaychu a Rosário

Sabe aquele dia em que a gente se pergunta por que foi sair do conforto de casa ou de sua cidade? Assim foi nossa sexta-feira. Num dia assim até as picuinhas têm uma proporção irreal!

Em Gualeguay nos abastecemos no Carrefour: finalmente carne, frutas e... vino!

O YPF onde abastecemos era um caos de tão desorganizado e, pra completar, não passou o cartão de débito. Tivemos que pagar em efectivo.

Programamos os GPS (Garmin) pra irmos até Victoria-ER. Em torno de uma hora paramos junto a uma “estación de servicio” pra almoçar, quando Graça relatou que havia água na parte inferior da geladeira. Ao verificar, Renato observou que a mesma não estava funcionando, pois a luz vermelha acesa acusava falta de corrente (bateria). Ainda tinha arranque pra ligar o motor, quando a luz apagava e a geladeira funcionava novamente. Daí para frente foi uma novela em busca de ajuda, junto a vendedores de bateria e eletricistas. Os três procurados foram unânimes em seus diagnósticos: não era problema de bateria e sim de carga delas. Ao mesmo tempo, indicavam que tanto o alternador quanto o conversor enviavam carga. Aqui cabe um registro da atenção dada pelo Sr. Luis Alberto Pralong, em Gualeguaychú: embora sendo final de tarde de sexta-feira, foi prestativo e nos tranquilizou de que não se tratava de problema de geração de carga. Por que, então, as baterias não carregavam?

DSC02270

Este mistério ficou pra ser resolvido no sábado, já instalados no camping em Victoria, uma vez que até arranque não tinha mais. Aí entrou a experiência do Neca. Apontou como possível causa a falta ou pouco terra. Assim, limpeza em ação de todos os terminais de terra e os outros também. Fizemos um rodizio das baterias e parece que deu resultado. Elas estão carregando novamente. Como todas as quatro baterias acusaram voltagem superior a 12 volts (antes, duas estavam abaixo de 10), o feito teve que ser comemorado com whisky superior a 12 – ou seja 15 anos. Nada mau!!!!!!

Victoria é uma cidade turística situada no início do delta do rio Paraná e desde 2003 conta com o Viaducto Rosário – Victoria (um trecho de 60 km alternado entre pontes e aterros) unindo as províncias de Entre Rios e Santafé.

DSC02271

Já era escuro quando chegamos ao Complexo Turistico Ceibo (Villa El Ceibo) há 4 km do centro da cidade. O lugar é lindo, possui farta vegetação, animais silvestres, piscina, etc., mas infelizmente os mosquitos (diurnos e noturnos) impedem qualquer tentativa de permanência.


6º dia (26 de fevereiro) - Rodamos 357 km

Rosario a rufino

Enquanto os guris resolviam o problema com as baterias e com a fechadura (MH Neca/Tere) as gurias aproveitaram para lavar roupas e faxinar as ‘casas rodantes’ (nada como uma boa e tradicional divisão de tarefas!).

DSC02277

Com tudo resolvido seguimos para Rosário desfrutando da bela paisagem da travessia pelo Viaducto onde “el tramo de puente colgante mide 608 m de largo y está compuesto por dos torres principales de 126 metros de alto”.

                             IMG_0074

DSC00649

Rosário é um importante polo de desenvolvimento regional e uma das cidades mais importantes da Argentina.

DSC02279                        DSC02284

À beira do rio Paraná escolhemos uma sombra na costanera de 5 km para saborear nossa feijoada congelada: perfeito!

Em Rufino a frentista do YPF que atendeu ao Neca nos indicou o Parque Balneário Municipal para pernoitarmos. Melhor estraga, diria o vivente: uma imensa área verde com churrasqueiras, piscina e diversas opções esportivas onde fomos bem acolhidos. Instalados com água e luz saboreamos o galeto assado pelo Anacleto acompanhado de um vinho nacional (argentino, por supuesto).

DSC00652

A recepção calorosa das pessoas impressiona. E claro que os MHs viraram atração...


7º dia (27 de fevereiro)Rodamos zero km 

Dormimos sem hora para acordar e decididos a curtir o domingo neste parque. Depois do chimarrão Neca e Renato se enfrentaram numa disputadíssima partida de tênis (quadra de saibro), Tere se dedicou à maionese e Graça ao blog. Mais tarde um assado, caipirinha, cerveja e bom papo: vida difícil!

DSC02287DSC02289

DSC02297DSC02298DSC02300

Novamente aproveitamos a água farta para faxinas: nos carros e em nós.


8º dia (28 de fevereiro)Rodamos 750 km 

Saímos descansados de Rufino mas em Santa Rosa, novamente, um YPF (posto de combustível) nos tirou do sério: primeiro dizem que aceitam cartão de débito, depois do tanque cheio, dizem que só aceitam crédito mas quando topamos, só aceitam em ‘efectivo’ (dinheiro vivo, pesos argentinos). A gente percebe que é pura ‘sacanagem’... Dá próxima vez mandaremos retirar o combustível que colocaram! (Ah! e do Neca, minutos antes, aceitaram cartão de crédito).

Só não foi pior porque usamos a internet (wi-fi) na lanchonete (que também só aceita ‘efectivo’). Este posto fica  uma quadra antes do YPF/ACA (S36º37.161 / W064º16.058) com hotel e caixa automático, em frente a um Cassino. Neste não tem internet.

Depois pegamos uma estrada cortando o deserto e muito calor. O Parque Nacional Lihué Calel (Ruta 152), indicado com 3 estrelas no Guia YPF/Aca, não correspondeu e seguimos adiante.

                IMG_0085

Cada dia anoitece mais tarde (hoje foi às 20:30 h) e é  um    por do sol mais bonito do que o outro.

IMG_0066

Dormimos no Camping Municipal de Villa de Piedra: arborizado, ao lado de uma represa/lago com luz e água.

DSC00653


9º dia (1º de março)Rodamos 630 km

A rodovia toda exala um forte cheiro de begônia mas o que se apresenta é uma vegetação rasteira e verde.

Ao ingressarmos na Patagônia logo após sair de Villa de Piedra (na divisa das províncias de La Pampa e Rio Negro), tem uma barreira sanitária. Olharam só a geladeira em busca de produtos animais e vegetais in natura. De repente um lindo oásis: a cidade de General Roca lugar de frutas e de vinho patagônico. Um lugar para incluir no próximo roteiro argentino. Allen também merece mais atenção...

IMG_0095IMG_0096

Almoçamos no Dique El Chocón:  como da vez passada, fomos até o mirante do lago/represa. Almoçamos com uma vista lindíssima e com uma brisa fresca pra ninguém botar defeito.

  DSC02310DSC02316DSC02315

Já na RN40 passamos em Piedra del Aquila (onde, em 2008 dormimos no camping municipal). Hoje, além dele, há a opção da praça central (tudo asfaltado ao redor) além do posto. Na loja de conveniências nosso cartão passou tranquilamente o que reforça a idea  de  sacanagem nos YPF… Abastecemos no posto BR em anexo e Renato acha que o carro, a partir daí, ‘amarrou’ um pouco.

DSC02323DSC02338

Com o sol ‘maltratando’ a caroneira (de lado), muito vento e calor seguimos até Confluencia Traful: na ruta mesmo. À  direita um YPF/ACA e à esquerda um rio com praia onde já tinha outros ‘acampando’ e/ou pescando: não deu outra!

DSC00656DSC00657


10º dia (2 de março) – Rodamos 187 km

Acordamos cedo sem bateria nem pra usar as bombas d’água!

Na divisa das províncias de Neuquén e Rio Negro tem mais uma barreira sanitária: ali perdemos uns tomates, limões (ai, lá se foi a caipirinha…) e umas frutas.

Nossa expectativa com o trecho de estrada que nos aguardava (em quase todos os relatos aparecendo como a mais bonita já cruzada) foi frustrada por conta de uma chuva ininterrupta. Desde ontem à noite o frio abunda e dá-lhe buscar os casacos.

DSC02346

A beleza deste trajeto merece que voltemos outra vez e com tempo bom. Com chuva, ainda, chegamos a El Bosón ainda no período matutino.

DSC02348

DSC02349 DSC02347


Endereços e Coordenadas

Confluencia Traful (Beira do lago na Ruta 40, antes de Bariloche): S40º43.537 / W071º05.578

Camping no Complexo Turistico Ceibo ou Villa El Ceibo em Victoria/ER (pra quem não se importa com mosquitos): S32º36.995 / W060º06.711’

Camping no Parque Municipal de Rufino/SF: S34º16.348 / W062º42.100’

Camping Municipal Villa de Piedra: S38º09.427/ W067º08.805

Camping El Bolsón: S41º56.578 / W071º32.154 (e Cervejaria) – Ruta 40 (ex 258) km 258 a um quilômetro ‘del pueblo’ e a 200m del la YPF.

Electromecánica AVENIDA de Luis Alberto Pralong, em Gualeguaychú(2820)ER: Acesso Gral. Artigas 1890 – tel. 03446-4402490).