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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nossos amigos foram e voltaram do Peru

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“Olá queridos.

Finalmente no PERU.

O que esta terra tem no seu povo a pobreza, tem de sobra em paisagens.

(…)

As estradas que nosso Brasil teve a capacidade de construir pela Odebrecht, dão um baile nas estradas europeias e americanas.

Estamos viajando em um tapete asfáltico e o que ajuda sobretudo, principalmente na cordilheira, são as belas paisagens que se descortinam a nossa frente.

O "mal da altura" nos pegou  mesmo tomando medicação indicada pela Mônica, mas valeu a pena.

Agora o povo peruano ah! coitados! Sobrevivem acho que pela tradição, os casebres, as roupas, tudo muito sujo, mas acho que faz parte da cultura. Mas em compensação são de uma bondade e solidariedade que  nos deixam encantados.

Agora minha gente...... vir ao Peru por Rondônia e Acre é no mínimo DESESPERADOR.

Estradas péssimas sem acostamento cheia de buracos , uns dentro dos outros, "chega ter buraco no acostamento esperando vez para entrar na estrada".

Valeu a experiência de fazermos esta viagem inter oceânica (aliás com pouquíssimo movimento )

A grandiosidade da obra é de espantar mesmo e deixar-nos revoltados com o desleixo das rodovias brasileiras.

Um beijão a todos.

LedaZV”

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“Olá amigos.

Retornamos.

Foi uma viagem rápida para a quantidade de quilometros rodados, em vista dos poucos dias utilizados.

Como toda viagem que se de o respeito, foi cheia de acontecimento, muitas vezes não muito bons e outras tantas de momentos maravilhosos.

Houve problema de pneu, de arranque, de parabrisa quebrado, de atolador e outros tantos problemas mecanicos que é normal em qualquer saida da rotina de nossos equipamentos.

Mas o que vimos e o que revimos OH!!! Deus que espetáculos nos proporcionastes!!!

Um Oceano ( Pacífico ) com águas tão geladas que mais pareciam  ser bebidas para  escaldante verão.

Areia?

Não! O que víamos eram rochas, pedras negras provenientes de terremotos e se encontrássemos alguma esbranquiçada com certeza eram fezes de pelicanos ou leões marinhos.

Plantações em árido deserto  o do Atacama. - considerado o mais seco do mundo.

Água fervente brotando do solo nos Gueizer del Tatio.

Plantação de Tamarugo, a única planta trazida da Inglaterra que brota verde e frondosa em deserto de sal e areia um verdadeiro oásis.

Bem e a cordilheira!!!!

Maravilha das maravilhas, montanhas imensas que por vezes deixava que nos sentíssemos impotentes.

Uma imensidão no percurso de nossos caminhos.

As cores variadas nos deixaram boquiabertos, são sete colores que deixam nossos movimentos e olhos perplexos.

Para culminar nosso roteiro um salar,aonde existe um bar, com mesas, bancos  etc, todos confeccionados com sal, puro sal.

Assim amigos, não fosse a falta de internet teíamos mandado mais notícias e fotos.

Estamos prontos para auxilia-los, mostrando roteiros, caminhos lugares imperdíveis enfim TUDO que precisarem para uma gostosa, feliz e saudável viagem.

Um abraço com muito carinho. L&N

LedaZV”

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quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Machupicchu Pueblo/Águas Calientes (PERU)

Mais um paraíso da natureza sofre com as enxurradas!

"Há poucos dias fomos surpreendidos com imagens impressionantes das chuvas que alagaram e interromperam o acesso as ruínas de Machu Picchu, eleita como uma das Maravilhas do Mundo Moderno. Apesar de Janeiro e Fevereiro serem conhecidamente os meses mais chuvosos da região, nunca houve um volume tão grande de água como neste ano. O volume do rio Vilcanota atingiu o nível histórico de 1.100 m3/segundo. O nível máximo registrado até o começo 2009 havia sido de 850 m3/segundo. O rio Vilcanota é mais importante da região de Cusco e era considerado sagrado pelos antigos Incas, pois corre no mesmo sentido da Via Láctea. Os Incas entendiam que o rio era o reflexo do céu na terra. O traçado do rio forma um vale que avança por entre as montanhas cada vez mais íngremes, formando um vale majestoso e abrupto. A estrada de ferro segue o mesmo curso do rio e é a única comunicação terrestre entre Cusco e Águas Calientes, cidade que serve de base para quem visita as ruínas de Machu Picchu. Devido ao transbordamento e a correnteza excessiva do rio, foram danificados oito trechos de trilhos que já começaram a ser reparados. Estima-se que os trens voltarão a correr até final de Março, mas a liberação final dependerá das condições climáticas. De meados de Abril em diante, praticamente não chove na região o que facilitará a manutenção e transporte para a região.

Segundo o governo do Peru, as ruínas de Machu Picchu não sofreram qualquer dano e permanecem intactas. Alguns operadores de turismo locais planejam usar helicópteros no transporte de turistas, mas esta liberação ainda não está confirmada.

A famosa Trilha Inca permanecerá fechada durante o mês de Fevereiro, como acontece todos os anos e deverá ser reaberta entre Março e Abril. A data de reabertura é incerta porque quem usa a Trilha Inca para ir a Machu Picchu retorna a Cusco usando os trens.

No restante do país a situação é tranqüila. A cidade de Cusco, a antiga capital do império Inca não sofreu nenhum dano com as chuvas e pode ser visitada normalmente. No entanto, se você planeja visitar Machu Picchu, sugerimos fazer sua reserva com antecipação para o mês de Maio em diante. Os roteiros podem ser encontrados no site da Gold Trip: ww.goldtrip.com.br. Veja abaixo a tabela com as medias de chuva e temperatura na região durante o ano.

Peter Goldschmidt
Consultor de Turismo / Família Goldschmidt
www.goldtrip.com.br

Cuzco – Peru – Média Anual

Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
Máximas 18°C 18°C 19°C 19°C 19°C 19°C 19°C 19°C 20°C 21°C 21°C 21°C
Mínimas 6°C 6°C 6°C 5°C 2°C 0°C 0°C 2°C 4°C 5°C 6°C 6°C
Precip. 160 mm 132 mm 109 mm 46 mm 8 mm 3 mm 5 mm 8 mm 23 mm 48 mm 59 m 119 mm"

Esta era a paisagem do rio Urubamba vista do trem para Machu Picchu no dia 08 de setembro de 2008...

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Abaixo, fotos da principal rua de Águas Calientes nos dia 8 e 9 de setembro de 2008.  O rio calmo era pura beleza para apreciarmos da janela do nosso hotel...

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A ponte acima e este hotel aparecem nos telejornais envoltos em muita água e lama... Uma lástima!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

segunda-feira, 9 de março de 2009

PERU

Roteiro percorrido


Foi a grata surpresa da viagem. Embora se perceba muita pobreza, muita gente vivendo em condições precárias, uma constatação é permanente: recebem muito bem aos brasileiros, são gentis e prestativos (como dizem: turista feliz, progresso ao meu país). As pessoas em geral (nos mercados, feiras, postos de combustíveis, por exemplo) embora vivendo uma crise política bem séria (a aprovação do governo estava abaixo de 10%), com greves (huelgas) pipocando em todos os setores, são cordiais e esperançosas.
Nas estradas a presença da Polícia é ostensiva, mas educada. Nos centros turísticos isso se repete: uma policial sugeriu que não fôssemos a um determinado bairro em Cusco pela insegurança e falta de policiais. É claro que lá, como aqui, falta policiamento onde não tem turista, ou seja, para os nativos e viventes locais!
Alertaram-nos sobre as condições de higiene, especialmente em relação à comida. Não foi o que vimos. Os lugares freqüentados se apresentaram limpos, a comida muito boa, bem temperada, rica em saladas bem sortidas e coloridas e preços acessíveis.
Estão investindo muito no turismo, especialmente em termos de marketing. Como os preços publicados nos guias, em geral, estão bem defasados é bom quase duplicá-los pra não ter surpresas desagradáveis. Quase tudo é pago, desde ingressos nos lugares históricos, alguns não tão baratos, até visitas a museus e outras instituições mantidas pelo governo. Há uma reclamação generalizada dos agentes de turismo que as taxas cobradas acabam engordando os cofres do governo central, com pouco retorno para os locais e comunidades onde acontece o turismo.
O artesanato certamente é um ponto de destaque, chamando a atenção o colorido das roupas e dos outros objetos. Entretanto pouco se diferenciam de região para região, inclusive com o encontrado no noroeste argentino.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Saindo do Peru: Arequipa/Aduana com o Chile

No sábado à noite fomos ao centro. Tirei o ‘uniforme’ da viagem, não levei a grande bolsa preta (troquei por outra preta mais delicada, digamos assim), nem a câmera fotográfica; passei um rímel e um gloss (bem urbana) e fomos conhecer “O Patio Del Ekeko”, ver a cidade à noite, jantar...

A rua estava em reformas e empoeirada, mas Ekeko “El único centro comercial de Arequipa diseñado exclusivamente para el turismo. Cinco niveles donde encontrará lo mejor em compras, deliciosa comida, cultura, entretenimiento y todos los servicios que pueda necesitar um turista” nos surpreendeu pelo bom gosto da decoração e pela qualidade dos produtos. Foi ótimo porque as feiras com os mesmos produtos já não nos interessavam mais...

Escolhemos umas três coisas e, quando fomos pagar, uma senhora (depois sabemos que era a dona do Ekeko) percebendo que somos brasileiros nos invitó para um café no restaurante anexo a uma das lojas (na que estávamos).
Resumindo: Ela (Sra. Chela) tem 81 anos (super bem conservados, bonita, arrumada, elegante, fina) e, com exceção de seu marido e filhos, todos os parentes moram no Brasil (São Paulo). Está fragilizada porque há três anos seus pais, que viviam no BR, morreram. Nós que já estávamos encantados com o Peru, com tanto carinho, nos derretemos, é claro! Na saída ainda me regaló com um Ekeko (quando se ganha traz prosperidade, felicidade). Saímos dali muito ‘tocados’.
A cidade, à noite, fica mais bonita ainda, principalmente a Plaza de Armas que, com certeza, é a mais bonita que vimos no Peru!

Jantamos no restaurante indicado por Maria Eugênia e Rudimar (super atenção do garçom), pegamos um taxi até o camping: após termos pago, o taxista esperou até abrirem o portão (fechou com chave de ouro)!
Domingo, 21 se setembro. Saímos às 10h (nossa) com engrase num posto na saída da cidade (S/. 30 = R$ 18) até 12 h.

Despedimo-nos do ‘nevado’, do vulcão Misti sempre curtindo uma colorida paisagem, curvas, subidas e descidas.





Saindo do Peru

Almoçamos na estrada num Grifo PETROPERU, chegando a Tacna às 18h45min, (nossa). Pernoitamos em la Cochera (estacionamento) Samiza (S/. 10, com luz), no Cruzamento da avenida Belguia com Av. Unanue.

No outro dia abastecemos num grifo onde a frentista ‘se passou’ e o alemão deve ter gostado....

Llegamos na aduana do Peru: embora simpáticos, a mesma burocracia... (mas sem problemas).


O Peru nos foi uma grata surpresa. Vimos, sentimos e recebemos muito mais do que pensávamos e, por isso, destacamos:
1. A simpatia, receptividade, gentileza e presteza dos peruanos.
2. Suas lindas e desafiadoras paisagens.
3. Sua história e cultura bastante preservadas e enaltecidas.
4. Sua gastronomia (em especial o Pisco Souer e suas salsas picantes).
5. Seus preços interessantes.
6. A esperança sentida entre o cidadão comum de que a transoceânica Brasil/Peru incremente as relações entre ambos.
7. Dos países visitados nesta viagem é o que tem as margens das rodovias mais limpas.
8. De maneira geral cumprem o lema que está escrito em vários lugares: turista feliz, progresso para meu país.

Também percebemos a pobreza existente fora dos pontos turísticos, provavelmente devido à centralização e pouca distribuição dos impostos, segundo depoimento dos próprios peruanos, nada tão diferente do encontramos em algumas regiões do Brasil.


sábado, 20 de setembro de 2008

Yaretas, Maca/Vale de Colca

Yaretas só dá nestas altitudes. são super resistentes, crescem lentamente e já foram usadas nos fogões dos nativos.



No pueblo de Maca, que quase foi extinto no último terremoto, (pagamos para nos fotografar com uma águia achando que era Cóndor (é ruim, hem!) Que mico, hem!!!!!!!!!





Arequipa (Monastério)

Esta é a parte reformada do monastério.


Sábado dedicado ao descanso (!), a organização do MH e internet com os filhos. Janta no centro para ver a cidade à noite.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A Caminho de Arequipa (PE)

Domingo, 14 de setembro: começamos a voltar! Saímos de Nazca depois da habitual soneca, pra nós às 16h30min, em direção a Arequipa pela Panamericana Sur.


Seguindo adiante tendo como companheiras nossas as já amigas curvas a paisagem se transforma constituindo-se, talvez, na maior característica deste trecho: a variação paisagística!



Ocoña e Camana PE



Em Ocoña encontramos um vale fértil e uma huelga (com passeata) dos pescadores contra a farinha de pescado, que segundo eles, causa mais pobreza e contaminação. Estacionamos e fizemos o almoço na Estacion de Servicios Virgen del Buen Paso que possui um amplo estacionamento. Neste ínterin a estrada foi fechada e uma pequena fila se formou: aproveitamos a estrada vazia e seguimos em frente.




Camana (PE)

De Camana a Arequipa PE

Em Camana, despedindo-nos temporariamente do mar e já com outro visual, fizemos um lanche.






Camana





As 17 h (do Peru) chegamos, finalmente, em Arequipa!

Obs.: No noticiário da TV o destaque é o índice de desaprovação nacional ao presidente Na Garcia: 79%!