Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Europa. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de dezembro de 2010

Europa de MH

 

Pra quem pretende viajar de MH pela Europa no blog abaixo tem várias dicas e endereços de sites com indicação de ‘áreas de serviços’.

http://by-motorhome.blogspot.com/2009/12/sites-de-busca-de-areas-de-servico-para.html

quarta-feira, 7 de abril de 2010

CONHECENDO A “EUROTRIP”

 

001_1660 red

No sábado conhecemos a Fabíula, uma das três meninas da Eurotrip. Foi emocionante pra todos nós! No outro dia recebemos um e-mail super carinhoso dela e da Patrícia.

Elas inspiraram o roteiro da viagem à Europa (de MH) e a primeira experiência no mundo dos blogs que, também, resultou num texto publicado na Revista MotorHome (Ano 2 - nº 11/2008):

Europa, MH, Estacionamentos e otras cositas mas...

Graça Soares e Renato Wenzel

Rola o ano de 2007 e dois casais amigos (Francisco/Lourdes Gonçalves de São Leopoldo/RS e Renato Wenzel/Graça Soares de Floripa/SC) viajam pela primeira vez à Europa. Velhos (leia-se experientes) campistas alugam dois motor-homes pequenos em Frankfurt (Alemanha) e se lançam nesta aventura sem dominarem nenhum idioma além do português (é claro que, como bons brasileiros, hablan o portuñol, pensam que entem inglês, francês e alemão)...

(…)

Neste período percorremos, de MH, 15.503 kilômetros e visitamos 14 países: Áustria (A), Andorra (AND), Bélgica (B), Suíça (CH), República Tcheca (CZ), Alemanha (D), Espanha (E), França (F), Liechtenstein (FL), Itália (I), Luxemburgo (L), Mônaco (MC), Holanda (NL) e Portugal (P).

Apresentação Roteiro Viagem europa 1

Quanto à experiência de MH, propriamente dita, norteou-se a partir de anotações/recortes/pesquisas feitas por todos os integrantes da viagem com destaque para o relato da Eurotrip (www.ecoviagem.com.br/eurotrip) que nos pareceu o mais próximo do que pretendíamos fazer. Este registrou, diariamente, a experiência de três jovens corajosas jornalistas de Foz do Iguaçu (Patrícia Taufer, Fabíula Wurmeister e Cláudia Almeida) que alugaram um MH um pouco maior do que os nossos e, durante um ano, percorreram quase toda a Europa. Embora com patrocínios a expedição delas, tanto quanto a nossa, foi guiada pela economia.

(…) Continua no http://sowen.blog.terra.com.br

Fiquei devendo à ela as fotos da ‘compilação’ que fizemos com os relatos da Eurotrip com nossas anotações (que, infelizmente deixamos em casa).

“Gurias”, desejamos que tenham sucesso na vida profissional e a felicidade esteja sempre com voces.

Beijão carinhoso…

sexta-feira, 26 de março de 2010

CIDA E CELSO EM PORTUGAL

 

Desde 2007 Cida e Celso tem um Motorhome (una casa rodante, um RV) na Europa. Em 2010 foram em fevereiro e retornam em setembro. Agora estão em Portugal.

granduca1

“Family,
Portugal é dividido político-administrativamente em cinco regiões – Porto Norte, Beiras, Lisboa, Alentejo e Algarve, onde estamos. More Madeira e açores
Algarve tem 15 conselhos e já passamos por 8 deles. Essa região é linda e tem muita historia dos povos que por aqui passaram (fenícios, cartagineses, romanos, árabes, franceses e ingleses . É o ponto mais ocidental ou a oeste  da Europa. Aqui também fica Sagres onde o Infante Henrique sonhou e planejou os descobrimentos, inclusive o do Brasil.
A região é de uma beleza natural impar. Em Sagres há ondas de pedras do período neolítico, é uma região inóspita com pouquíssima vegetação mas com um mar imenso e onde se  encontra a fortaleza e ruínas do que foi a Escola Náutica de Sagres.
As cidades que temos visitado tem de 20 a 60 mil habitantes mas são belíssimas. Com forte influência árabe resultante dos 500 anos de dominação muçulmana, as construções são arredondadas, possuem chaminés rendilhados e são pintadas de branco.
As costas marítimas são de tirar o fôlego. Falésias, grandes pontas de terra que avançam para o mar. As que estão parcialmente erodidas pela ação da água e ventos ficam ainda mais belas.
São conhecidas internacionalmente. Vilamoura e o mais requintado dos locais com resort, lagoa, molhe, marina, habitações de luxo. Em todo o percurso encontramos  muitos ingleses, alemães, holandeses e franceses. Alguns portugueses e brasileiros perdidos. As placas e anúncios são sempre em inglês. Pode não ter em português mas em inglês não pode faltar.
Indagamos nos centros de informação turística e nos foi dito que já houve maior numero deles quando a libra (moeda inglesa) estava mais valorizada em relação ao euro. Eles fogem do inverno mais rigoroso do que em Portugal. Aqui a temperatura tem estado entre 15 e 25 graus centigrados. Começou a primavera mas não se iludam isso só acontece aqui. Ainda enfrentaremos muito frio na Espanha, França e Alemanha. Em 2007 chegamos em junho e só esquentou em agosto, em 2008, a mesma coisa.  Essa é a razão desses estrangeiros estarem aqui. Estão na faixa dos sessenta e cinco anos. Celso e eu não conseguimos desconto de aposentados pois olham para nos e dizem: - Já?
Temos que explicar que no Brasil com 35 anos de serviço e sessenta anos de idade podemos nos aposentar. Explicação aceita mas temos que pagar ingressos inteiros pois aqui regalia só com 65 anos.
De Lagos a Loule, conselhos por onde já passamos há muita laranja, amêndoas e oliveiras. Os árabes são especialistas na extração do azeite e passaram a técnica para os portugueses.
Lagos é o coração da produção do vinho algarviano. Figo há em abundancia. Temos comido iogurte de figo, bombons e estávamos a procura do queijo de figo quando descobrimos que tratava-se de um doce em formato de queijo. Ele e feito com açúcar, figo, amêndoa e canela.
Os pães-de-ló portugueses são fofíssimos, delicadíssimos. São especiais. Também comemos pasteis de feijão. Que na verdade são bolinhos doces com recheio de feijão branco com amêndoa. É uma extravagância gastronômica. Quando voltar para o Brasil haja academia para queimar essas calorias todas.
O mercado municipal de Loulé e um prédio baixo enorme com arquitetura neo-clássica, muito bonito e organizado. Mais do que o de Lisboa que é decepcionante.
A recepção aos brasileiros é sempre calorosa. Ontem ganhei um leque de presente,muitos prospectos e o convite para voltar no dia seguinte para conhecer a amendoeira. Falei que gostaria de conhecer o pé e a recepcionista me disse que traria um galho de casa na manha seguinte.
Amanhã deixaremos Portugal e retornaremos a Espanha.
Boa Páscoa a todos.

birthday-cida11
Abraço,
          Cida”

sábado, 30 de janeiro de 2010

Ciudades con estacionamiento para motorhomes

 

Acompanhamos, mesmo em período de sossego no Brasil, o site da Revista ACAMPANTE da Argentina  e de lá retiramos o texto abaixo que, de alguma forma, retrata muito do que acontece aqui.

Bom findi!

                     

"Prohibido prohibir

Por Marcelo C. Tedesco

El verano es sinónimo de arrancar para la comunidad rodantera: casillas, trailers y motorhomes se ponen a punto, o reciben la última afinada, y salen a la ruta con la responsabilidad de proveer las mejores vacaciones posibles a sus ocupantes. Pero, ¿qué pasa cuando ese vehículo que tanto amor y pasión genera en sus propietarios se vuelve un inconveniente, al existir muchas ciudades que tienen prohibida su circulación y estacionamiento en lugares urbanos…? Una puerta abierta al debate.

DSC01895

En los últimos tiempos, muchos destinos turísticos han sancionado ordenanzas y reglamentaciones que restringen o limitan el estacionamiento de rodantes en determinadas áreas, como la zona céntrica, o directamente en todo el radio urbano. Estas restricciones tienen opiniones a favor, y en contra. Por un lado, están quienes “sufren” la parada casi permanente de vehículos en frente de sus casas. “Como vivo a una cuadra de la playa, en una avenida ancha y arbolada, y tengo el frente con el pasto cortado y bien cuidado, es matemático: todos los fines de semana me encuentro una casilla, autoportante, o camión estacionado en la puerta de mi casa, con una familia acampando en mi vereda y parte de mi patio del frente”, cuenta Federico Roncoroni, quien tiene una casa en una amplia esquina en el balneario bonaerense de Pehuen Co. “Después, tengo que salir con una palita y un rastrillo a juntar todo lo que dejaron. Los más atrevidos, hasta me piden agua y salen con un cable para que les dé luz si se van a quedar a la noche. No creo que todos los que andan en estos vehículos sean así, porque cuando paso por los campings hay muchos que están allí adentro, muy ordenados y prolijos. Pero que hay quienes paran en cualquier lado, no hay dudas, porque los sufro todo el verano”, agrega. 

DSC01917
Por este tipo de conductas, muchos sitios turísticos comenzaron hace un tiempo a sancionar ordenanzas que prohíben o limitan el estacionamiento de rodantes en el radio céntrico y urbano. Por ejemplo, el municipio costero de Monte Hermoso (Buenos Aires) sancionó en 2006 la Ordenanza 1508, que prohíbe el estacionamiento de casillas en todas sus formas. El propio intendente municipal Alejandro Dicchiara, explicó que “la medida -si bien es dura- se tomó por muchísimas quejas de vecinos frentistas que debían soportar el estacionamiento de casillas frente a sus viviendas realizando todo tipo de irregularidades que obligaron a la sanción de la ordenanza”. Posteriormente, se solicitaron modificaciones para habilitar el estacionamiento de 8 a 20 horas. Si luego de ese horario la casilla o motorhome se encuentra estacionada en la vía pública se multará, ya que sólo se permite el pernocte o estacionamiento nocturno en campings o playas de estacionamiento.

DSC02570  
Otro ejemplo de ello es Lago Puelo (Chubut), que mediante su Ordenanza 030/09 permite como máximo una hora de parada, justificada al considerar que “es notorio el incremento de la circulación y estacionamiento de casas rodantes en el ejido urbano; los problemas de contaminación del medio ambiente por residuos sólidos y líquidos arrojados o vertidos como perdidas desde casas rodantes estacionadas; y que al proponernos como Villa Turística, es fundamental establecer normas que coincidan con la necesidad de mantener limpia y ordenada la vía pública”. Por eso, ha regulado que “Aguas Rionegrinas Sociedad Anónima y el Departamento Provincial de Aguas de la Provincia de Río Negro determinen el lugar físico y el procedimiento a llevarse a cabo para el desagüe o descarga de los baños químicos que posean los vehículos determinados en el artículo 1º de la presente”, para que exista un lugar dedicado a tal fin con todos los recaudos necesarios y que pueda ser usado por los rodanteros sin tener que abonar un camping. Las opiniones críticas a esta reciente normativa sostienen que la secuencia lógica hubiera sido primero habilitar tal lugar, y luego prohibir los estacionamientos.

DSC02574

Otras ciudades que han implementado limitaciones de este tipo son Claromecó, Puerto Madryn, San Clemente del Tuyú, San Martín de los Andes, Colón (Entre Ríos), Villa General Belgrano, El Bolsón y Las Grutas.  Algunas lo han hecho de manera total, y otras parcialmente. Curiosamente, un gran destino turístico como Punta del Este no tiene restricciones para estacionar con motorhomes en su zona céntrica ni en su puerto náutico. Para pernoctar, está habilitada toda la costa a partir de la Parada 30, donde incluso se puede cocinar, armar mesas, etc.


Según Marcelo Pistorio, rodantero y productor del programa Autocamping TV, emitido por la señal El Garage, “muchas veces (las prohibiciones) se hicieron con fundamentos muy válidos, ya que en épocas anteriores este tipo de permiso bastó para generar verdaderos asentamientos sobre la vía pública, sin contar los verdaderos basurales que se formaban por la falta de delicadeza de los turistas rondantes. No podemos negar que esta falta de respeto en ese sentido nos afecta directamente a quienes sólo hacemos turismo y esparcimiento respetando normas básicas de convivencia y limpieza. Es por eso que no podemos salir con el cuchillo entre los dientes para reclamar justicia sin considerar situaciones anteriores, pero tampoco podemos dejar que por una cuestión de negocios se prohíba el libre tránsito y estacionamiento para beneficio de unos pocos”, concluye, haciendo referencia a los campings. Cabe destacar que, en las ciudades más pequeñas, la relación entre propietarios de campings y complejos turísticos con los funcionarios del sector es muy estrecha, cuando no son éstos elegidos entre los primeros, lo que funciona como mecanismo de presión para determinadas decisiones oficiales.
Sobre la cuestión, muchos rodanteros expresan sus quejas porque en aras de limitar, los municipios lo hacen por completo. “Algunas ciudades tienen completamente prohibido el estacionamiento de rodantes en el radio céntrico. ¿Cómo podemos hacer las compras, o pasear, o lo que sea, si no podemos dejar el vehículo estacionado ni siquiera un rato?” coinciden muchos.  En general, las quejas se expresan hacia aquellos lugares que restringen totalmente las paradas, y que tampoco ofrecen lugares específicos para estacionar.
Al respecto, indican que cuando un rodantero se detiene siempre algo compra, “aunque sea una golosina”. “Si esto se comprendiera podríamos disfrutar de este servicio clave en el turismo rodante sin necesidad de visitar muchos campings indeseables y caros. El comercio se beneficiaría con sus ventas y así comenzarían a surgir oportunidades donde ahora vemos solamente problemas”.
Según David Korb, rodantero y moderador del foro www.rodanteando.com  “contrariamente a lo que se cree, muchos rodanteros estamos de acuerdo con que no se permita el pernocte en cualquier lado en las ciudades turísticas, lo que si voy a pelear a muerte siempre es que yo tengo el mismo derecho que cualquier otro vehículo de parar en un lugar permitido, cerrar mi vehículo para ir a caminar, de compras o a un restaurante.
Pero para acampar, lo mejor es disponer un único lugar permitido para quien no quiere pagar el camping o donde los campings no sirven para parar con motorhomes, en lo posible con vigilancia y que bien podría ser arancelado a cambio de ese servicio. Si tuviera donde enchufarse y descargar aguas residuales sería ideal”.

DSC02587

Siendo más específicos, algunos apuntan que “aquí el problema se limita al vaciado de aguas negras y grises, sin perjudicar a los vecinos del lugar y poder seguir disfrutando de nuestro viaje. Las poblaciones turísticas nos respetarían un poco más y evitaríamos ciertos escándalos típicos de verano cuando algún colega sale del camping a visitar los barrios con los tanques amenazantes de excrementos. En lugar de prohibir estacionar deberían poner fuertes multas a quienes ensucien o hagan desorden, ya que no podemos ser culpados todos por lo que hacen algunos mal llamados rodanteros”. El problema de las descargas en algunos casos tiene su origen en la propia fábrica, ya que muchos vehículos –incluso de marcas costosas y reconocidas- tienen descargas directas en las duchas y piletas, que luego los propietarios más cuidadosos deben encargarse de modificar.

Hasta ahora, los ejemplos relevados apuntan más a la prohibición que a la receptividad, aunque muchos coinciden en ubicar en el podio de las ciudades rodanteras a Camarones, en la provincia de Chubut. Tiene un estacionamiento para casas rodantes al lado del puerto con luz, fogones y agua potable disponibles, totalmente gratis. “Nada más atractivo para un rodantero saber que en su GPS puede cargar todos los lugares donde puede hacerse de vaciado y recarga de agua confiable, sin molestar a los demás con basura, malos olores”.
DSC00607

En sitios donde el turismo rodante está más divulgado, como en Estados Unidos, Canadá o Europa, los estacionamientos son casi infaltables en cada estación de servicio, parada de la ruta o acceso a una ciudad turística. Allí se los interpreta como una forma de atraer a la demanda brindando servicios que, en realidad, son muy poco costosos: sólo basta emparejar el terreno, colocar algunas luminarias, unas canillas y, eventualmente, instalar una cámara de descarga de aguas, que luego puede vaciarse periódicamente con un camión atmosférico. “En el Norte de Italia, pague 3 euros (unos $ 16,50) por una parcela pública para descargar las aguas, reponerlas y poder pernoctar en un predio iluminado y a la entrada de la ciudad de Trento. Este emplazamiento había sido realizado hace tres años por una Agrupación de Rodanteros de la ciudad con la colaboración del Municipio local que había facilitado la maquinaria”, señala como ejemplo Rodolfo Cavallera, otro aficionado a esta actividad de la ciudad de Buenos Aires.
“Habría que asesorarse si es legal prohibir por prohibir, si no se puede tomar como un acto discriminatorio. Yo acepto que no se dejen circular en algunos lugares determinados vehículos por su tamaño, pero cuando no nos dejan estacionar sólo por el hecho de ser casa rodante, es lo mismo que si algún día a alguno se le ocurre prohibir los autos rojos porque confunden a los daltónicos”, dice Oscar, un rodantero de Villa Luzuriaga.
El artículo 49 de la Ley Nacional de Tránsito Nro. 24.449 señala que en zona urbana no se debe estacionar ni autorizar el estacionamiento “por un período mayor de cinco días o del lapso que fije la autoridad local; a ningún ómnibus, microbús, casa rodante, camión, acoplado, semiacoplado o maquinaria especial, excepto en los lugares que habilite a tal fin mediante la señalización pertinente”. El problema, como surge del análisis de esa cita, es cuando las localidades no habilitan estacionamientos para ese fin. Así, la medida queda trunca, ya que se está restringiendo un derecho sin dar una alternativa válida y pública para su ejercicio (un playón, un estacionamiento público, una zona permitida, etc.).

DSC00900           DSC00901

DSC00902    DSC00903

 DSC00884
Lo cierto es que, hasta el momento, pocas ciudades han interpretado que el sector del rodantismo aporta recursos al consumir servicios turísticos, y lo han prohibido sin dar opciones que brinden comodidad y proximidad, aunque sean aranceladas. Por otro lado, algunos acampantes con ruedas todavía se resisten a reconocer que existen ciertas reglas básicas de uso del espacio público que hay que respetar. Como en otros aspectos del turismo rodante, este también es uno en el que falta poner primera y avanzar".

25012010 043

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Brasil/Portugal, mais semelhanças...

Sobre esta viagem ver http://sowen.blog.terra.com.br/








Não resistimos e postamos o texto abaixo (com os devidos créditos é claro). Parabéns para o autor! Lá como cá...



Sobre o texto publicado pela Tribuna na sexta-feira 9 de Janeiro com o título de: Autocaravanismo outro tipo de turismo, da autoria do companheiro espanhol Jose Pedro Coruso Presa, concordo e aplaudo o texto na integra, salientando alguns pontos de maior relevância para todos os interessados.


Escreve o autor:
Queremos chamar a atenção dos comerciantes, principalmente dos que se dedicam ao turismo, e das autoridades turísticas e dos políticos em geral: no nosso país existem múltiplos problemas para conseguir locais específicos onde se possa simplesmente parar, locais como os que existem por toda a Europa (só em França quase 5.000, como se pode comprovar na Internet http://www.eurocampingcar.com/es.htm), ainda que ultimamente haja cidades espanholas que tenham criado áreas específicas para autocaravanas, como La Coruña, Lugo, Victória, Bilbao , Valladolid, Cáceres e outras mais.



Trata-se unicamente de ter uma zona de estacionamento, bem situada (refiro-me a estar bem conectada com os transportes públicos), dotada de água e grelha de descarga específica, ligada à rede de esgotos, com uma limitação de tempo de permanência (24-48 horas), para se poder visitar a zona e, evidentemente, nela gastar os euros.


Este é efectivamente um excelente exemplo que deveria ser implementado em Portugal, é efectivamente um bom exemplo para os decisores, nomeadamente para os Senhores autarcas e companhia governamental, antes de regulamentarem o que quer que seja, deveriam isso sim, dentro dos parques de estacionamento para todas as viaturas existentes por todo o Pais, deveriam delimitar pequenos espaços restritos só para Acs, como têm os camiões, Automoveis as bicicletas as motas, só os aviões não têm porque não cabem lá, eu já tive oportunidade de estar e parquear a minha Ac no parqueamento reservado a Autocaravanas inserido num enorme estacionamento para as restantes viaturas em la Coruna, situado numa área previligiada e muito próximo do centro da cidade, que efectivamente têm uma torneira de água, e sitio para despejos de águas residuais e wc. E isto meus caros completamente gratuito e com placas indicadoras de cidade amiga das autocaravanas, e respectiva indicação da direcção do parque em todas as entradas da cidade. Mas como penso que, quem não sente não é filho de boa... , talvez os " legítimos representantes desta classe de viaturas" ou os ditos clubes representativos dos associados Autocaravanistas, que tenham a cota dos associados em dia devessem adoptar como um ponto importante a seguir em Portugal.



Concordo e aplaudo na integra a descrição do Autor que passo a citar
Sem dúvida, também à que dizer que existe uma certa perseguição de muitos municípios às autocaravanas, que não nos permitem nem estacionar nos parques de estacionamento que cumprem os requisitos legais para veículos semelhantes aos nossos (pequenos camiões ou furgonetas). Dadas as circunstâncias actuais, e as ajudas do governo aos municípios, não seria má ideia da parte destes estudarem a possibilidade de realizar uma área deste tipo: é barato e a curto-médio prazo rentável para muitos comerciantes, o que beneficia toda a cidade.



Também esta descrição deveria ser tomada em conta pelas entidades ditas representativas dos Autocaravanistas, começar por verificar quais os decisores que são filhos de boa ..., e quais os "cegos ditadorezinhos" que insistem em ver os nossos pequenos camions ou furgonetas como uma tenda de campismo ambulante e que põem pura e simplesmente de lado os interesses dos condutores de Autocaravanas contribuintes também das verbas que as respectivas autarquias recebem do governo, tomarem as devidas providências jurídicas na tentativa de fazer ver aos cegos que as nossas furgonetas ou ou pequenos camiões intituladas de Autocaravanas não são efectivamente nenhumas tendas ambulantes. São simplesmente viaturas cujos ocupantes têm os direitos a parqueamento que deveriam ser semelhantes aos direitos dos restantes automobilistas.



As medidas expostas em Portugal pelos diferentes movimentos associativos ficam na minha modesta opinião muito aquém dos objectivos aqui descritos e que também na minha modesta opinião seriam os mais favoráveis a todos nós. Deveria existir um movimento pela manutenção e melhoria dos locais de estacionamento que já existem, chamando á atenção das autoridades competentes para a criação dos respectivos espaços de parqueamento similar para todos os tipos de viaturas sem restrição por todo o território nacional, evitando assim o hastear da bandeira de organizações campistas nas tais areas de serviço independentes para autocaravanas onde pelo que se diz "irá ser possível e "permitido" aos autocaravanistas fazer campismo, que na minha modesta opinião tais organizações campistas deveriam era de se preocupar com os parcos serviços que efectivamente prestam aos seus utentes nomeadamente em alguns condomínios de barracas com a mesma designação de parque de campismo onde já não é possível a utilização da tradicional tenda, e onde a fiscalização da ASAE se têm "esquecido" de fazer a sua intervenção para beneficio de todos os campistas.
Esta é a opinião de um sempre simples viajante.
Autocaravana Adventure
http://autocaravana-adventure.blogspot.com/