domingo, 10 de março de 2013

CARLITO FRANZOI, nosso amigo.

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Ele aniversaria hoje e, mais uma vez, não estaremos juntos com quem tem sido um parceirão. No ano passado estávamos com o MH pronto para irmos comemorar seus 50 aninhos quando no dia 8 Re sofreu o infarto, agora estamos em Cerro Largo…

Engraçado que nossa amizade é nova mas cavalga a passos largos e profundos. Mas como começou mesmo?

Era uma vez no ano de 2009…

Juntos com Neca e Tere e a caminho de Santa Helena, paramos para fazer o almoço num posto em Rio do Sul (BR 470) quando alguém bateu na nossa porta nos chamando pelo nome. Estranhamos…

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Papo daqui, papo dali o ‘homem’ que conhecíamos ‘de vista’ sabia/lembrava mais detalhes dos relatos no blog do que nós. Gostoso mas assustador pois não contávamos com isso. Hoje carrega mais cartões nossos do que nós: numa ocasião nos pediram mas não tínhamos nenhum em mãos mas o Carlito tinha mais de um, pode?

Insistiu e fomos conhecer sua empresa e MH. Dali em diante a comunicação ficou assídua e sempre que nos encontrávamos era legal.

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Na Páscoa do ano passado estávamos ‘de castigo’ em casa para a recuperação do Renato e ele (com Ro e Carol) foram passar o feriado conosco: mara…

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Em dezembro lá estava em Três Arroios com sua amada (linda e divertida) Rosane.

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Este guri que ama viajar, que dirige carreta de ‘olho fechado’, cuja memória é um espanto, tem uma sede de aprender incrível.

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Organizado, criativo, caprichoso, participativo e íntegro aos poucos se libera e, com sua família, ‘cai’ na estrada. 

Querido amigo desejamos que tenhas muita saúde pra curtires tudo de bom que a vida te reserva.

Parabéns!

domingo, 3 de março de 2013

ALUGUEL DE MH NO BRASIL

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“Olá amigo(a),... Meu nome é Gilberto, tenho 66 anos e muita vontade de curtir a vida!  Aposentado, despertei para um novo mundo. Eu e minha esposa resolvemos ser cúmplices nesta aliança: viver num motorhome!

E foi então que decidimos alugar um MH, para conhecer melhor o Brasil e sentir essa filosofia nômade. Iniciei a procura por um MH pequeno, com acomodações para um casal, no máximo um equipamento com espaço para 3 pessoas.

Visitei vários fabricantes (montadores) pedindo uma locação e não conseguí nada!  Todos "torceram o nariz" e nenhum deles mostrou interesse em alugar. Só manifestaram intenção de vender! Locação? Somente se aceitasse alugar um carro grande (6 a 10 pessoas) mas, com o inconveniente de estar acompanhado de um motorista. Situação chata!

Além de cobrar um valor alto (em média R$ 700,00/dia), nesse tipo de locação perde-se a privacidade de viajar só com a família, e poder decidir por um trajeto próprio de aventura, enfim, sentir-se "livre" !

Como não consegui encontrar nenhuma empresa que pudesse alugar um veículo pequeno, e estando muito decidido aentrar nesse universo, resolvi adquirir um veículo usado - uma van Iveco, ano 2001 - que está sendo montado novo, para ser entregue (nascimento) em Março2013, devidamente documentado como motorcasa.

Meu "modus vivendi" sugeriu cautela com o investimento. Tal decisão poderia comprometer ou não meus projetos futuros. Ignorei a prudência e aceitei o risco da compra porque não encontrei "nenhum atalho mais adequado" que me levasse a conhecer, viver e ter a felicidade de conduzir um motorhome em território brasileiro.

Completamente diferente do que é praticado aquí no Brasil, soube que locação de MH no Exterior é uma operação banal e segura, atendendo estrategicamente à uma logística empresarial que amplia e consolida o turismo regional através das viagens de motorhomes por campings adequadamente estruturados e geograficamente bem localizados.

Nas pesquisas que fiz, encontrei muitas mensagens de pessoas ávidas em locar um MH pequeno. Mas, não querem adquirir sem antes saber se irão se adaptar ou não a esse estilo de vida. Desejam ter a alternativa de alugar e assim, poderem experimentar um período de vivência dentro de um MH, para depois decidirem pela compra, ou não.

Afinal, um motorhome, mesmo usado, em bom estado de conservação e manutenção, alcança um valor de mercado bem considerável, absurdamente na casa da centena de milhares de reais. Portanto, comprar deve ser uma escolha bem planejada e definida, não é um bem para adquirir e depois se arrepender.

Acredito que a locação de MH pequenos seria excelente para a expansão do turismo no Brasil, pois os interessados estão surgindo exponencialmente e a oferta de veículos é inexistente, evidenciando que os montadores/fabricantes não estão olhando para esse horizonte.

Nessa epopéia, tive a oportunidade de conhecer alguns proprietários de MH com seus veículos estacionados e sem um uso regular. Intrigado com esse fato, iniciei um pequeno cadastro de pessoas que aceitam alugar seus veículos, com aplicação das regras comerciais semelhantes às praticadas pelas agencias locadoras de automóveis.

Consegui 04 veículos oferecidos para locação, sendo 03 chassi Iveco 35-10 (1 casal com até 2 filhos pequenos) e 01 chassi VW - MWM 130 hp (bem confortável para 2 casais). Mais 03 veículos pequenos estão sendo encaminhados para manutenção e serão também disponibilizados para alugar, talvez já a partir de julho deste ano. É um cadastro pequeno, modesto, mas já é um começo!

Com isso, é oferecida a oportunidade de locar um motorhome pequeno/médio para quem deseja conhecer a vida de morador-viajante, aos que estejam com veículos imobilizados em consertos e/ou manutenções, oferecendo-lhes um veículo para cumprir suas programações de encontros e aos amigos que desejam acompanhar estradeiros em caravanas.

No início, dar-se-á prioridade às solicitações dos grupos de campismo. Essa preferência por um candidato indicado pelos componenetes dos grupos, com certeza transmitirá mais segurança às partes, pois trata-se de um endosso à idoneidade do locatário. Afinal, quem tem um MH sabe como é custoso manter seus equipamentos em ordem. O locatário deverá estar imbuído do espírito de proprietário de MH, usando esse equipamento com atenção e bom senso.

Os procedimentos burocráticos para locação obedecerão aos parâmetros já praticados e consolidados no mercado de automóveis, tais como: contrato de locação estabelecendo as regras de uso, seguro do casco, emissão de laudo de entrega e devolução, manuais de funcionamento do equipamento, e um fiador (em substituição à caução).

A escala do período de locação desses veículos está sendo formatada, e os valores dos alugueres deverão oscilar entre R$ 190,00 a R$ 290,00/dia, e o prazo de 07 dias estabelecido como período mínimo de locação.

Está lançada a idéia! Voce conhece alguém que queira iniciar nessa aventura? E a sua opinião?

As mensagens sobre o assunto deverão ser encaminhadas para: gibasantoss@yahoo.com.br (Gilberto Santos).”


“Gilberto,
A locação de motorhomes no Brasil é dificil pois o investimento de uma locadora em uma frota desses veiculos é muito dispendiosa para um retorno limitado.
O risco da locação também é alto pois nem todos estão acostumados com a condução de um veiculo desse porte.  A limitação do numero de campings também restringe esse tipo de locação.
Não existe fabricação em serie no Brasil, como na Europa e nos EUA.  Os chassis são comprados pelo interessado que pagará pela montagem.  É um mercado ainda limitado.
O risco do locador é muito alto.  Tenho motorhome, sou caravanista há mais de 30 anos e nunca faria empréstimo ou locação do meu motorhome por conhecer os riscos que envolvem sua condução.
Tivemos contatos com a associação de locadoras de veiculos e foram bem claros em suas restrições.
Não acredito que no Brasil tenhamos locação tão cedo.
Desculpe desanima-lo, mas não é tão simples como pode parecer em uma primeira avaliação.
Cordialmente.

Luiz Edgar Tostes”


Heda Wenzel comentou o seu status.

Heda escreveu: "Adoreiiii a iniciativa!! Por favor, mãe, transmita ao Gilberto os meus cumprimentos. O que mais estamos sentindo nessa viagem é que o Brasil está estagnado em relação a novas iniciativas e velhas práticas na área do turismo. Por exemplo, a população de todos os países - muito mais pobres ou de equivalência econômica - fala inglês. O único que se equipara ao Brasil nessa deficiência é o Japão, que possui um alfabeto completamente distinto e, a meu ver ver, um potencial turístico aquém do nosso."

Heda Wenzel

Olá, Gilberto. Tudo bem?

Sou Heda, filha do Renato Wenzel e da Graça Soares, que adotaram o MH como estilo de vida há quase 30 anos. Estou escrevendo porque achei maravilhosa a sua ideia de criar uma carteira de pessoas interessadas em alugar seus MH, sob todos os parâmetros legais. Parabéns pela iniciativa!!

Quem sabe um dia eu não possa usufruir desse serviço. Fui criada "na estrada" e essa coisa de viagem nunca mais saiu de mim. Se você quiser, pode acompanhar nosso site (meu e do meu namorado) sobre o ano que estamos viajando por alguns países do mundo: www.30trips.com

Mas a intenção era mesmo te parabenizar, como, aliás, já o fiz por meio do Facebook da minha mãe, que divulgou o teu e-mail.

Um abraço e sejam bem vindos a esse mundo viciante da estrada!!”


Nailza Silva comentou o seu status.

Nailza escreveu: "gostei da idéia e acho que vai interessar muitas pessoas a viajar de MH no Brasil. Uma vez que no exterior esse mercado é muito utilizado não só pelos moradores de lá, como por turistas que gostam ou tem seus MH no Brasil e utilizam esse tipo de transporte. Vamos torcer pra dar certo, somos canditados."


“Lucia Ayala Graça, é uma boa ideia. Eu tenho também essa dúvida qto a comprar um MH, caro como são, e depois não me adaptar... Vou ver se arrumo uma parceria e me escalarei pra uma viagem em MH alugado. Boa ideia!!”


“Caro amigo Giba, estou encaminhando aos amigos caravanistas e campistas para apreciação. Achei a ideia muito salutar. Vamos incentivar o caravanismo no nosso Brasil.

Vale a pena

Abraços

Valdemar Carpes [Amigo das Cataratas]”


Toca Contato
3 de março de 2013 22:46

Oi, Graça Soares, Até que possamos alugar um MH aqui no Brasil, nos moldes da Europa e USA, creio que irá demorar. Entretanto, já imaginou se algum E$trangeiro pude$$e trazer uns 100 MH para locação no período da COPA e outros eventos, por três meses? Creio que os nossos empresários pensariam melhor e fariam veículos mais baratos. O meu Xará - Gilberto Santos - está pensando grande e, no futuro. Eu aposto nisso!. Abs. Giba...

12 º ENCONTRO NACIONAL DE SAFARISTAS.

 

MUNICÍPIO DE SÃO BONIFÁCIO – SC

LOCAL – HAWERROTH RESTAURANTE E EVENTOS (CONTATO VIA TELEFONE (48) 3252-0018 GERALDO/JOICE)

ENDEREÇO - RODOVIA SC 431 - KM 31

DE 28 a 31 de março de 2013

COORDENADAS GEOGRÁFICA DO LOCAL DO EVENTO (GPS) S 27° 52.785 O 48° 46418

PROGRAMAÇÃO

DIA 28 – QUINTA DIA 29 – SEXTA DIA 30 – SÁBADO DIA 31 - DOMINGO

- RECEPÇÃO E ACOMODAÇÃO DOS

EQUIPAMENTOS.

- 20:00 PÃO COM LINGÜIÇA. * 12:00 ALMOÇO OPCIONAL. (ver informações abaixo) - 16:00 APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇA TÍPICA . - 17:30 CAFÉ JUNTA TUDO. - 20:00 PROJEÇÃO DATA SHOW - 09:30 TOUR PELA CIDADE. - 12:00 CHURRASCO COLETIVO. - 14:00 TOUR PELA CIDADE. - 17:00 AMIGO SECRETO DE PÁSCOA. - APÓS SORTEIOS DE BRINDES. - 19:00 AGRADECIMENTOS E FALAS - 20:00 JANTAR DANÇANTE - DIA LIVRE - RETORNO

PREÇO DO PACOTE:

R$ 50,00 (cinquenta reais), POR PESSOA (CRIANÇAS ATÉ 7 ANOS FREE / DE 7 À 14 ANOS ½ PACOTE)

O CUSTO POR MOTOR-HOME SERÁ DE R$ 25,00 (está fora do pcte), PELO PERÍODO DO ENCONTRO, PAGO NO ATO DA INSCRIÇÃO, INDEPENDENDO DO NÚMERO DE DIAS ESTACIONADO.

AGRADECIMENTOS E FALAS

NESTE ATO SERÃO FEITOS OS AGRADECIMENTOS AOS NOSSOS PARCEIROS E COLABORADORES.

O SR. LAURINO PETERS, PREFEITO MUNICIPAL DE SÃO BONIFÁCIO ESTARÁ PRESENTE E FARÁ OS AGRADECIMENTOS AO GRUPO.

CONTATO COM A ORGANIZAÇÃO

JAIRO (48) 9175-4834 /GATO (48) 9111-5952 /SANDRO (48) 9969-0686

E-mail: Jairo@yahoo.com.br/caracolninja@gmail.com/obrasao@obrasaobiju.com.br

ORIENTAÇÕES BÁSICAS E LEMBRETES.

DICA DE CHEGADA – PASSANDO O PORTAL DA CIDADE, À DIREITA ESTÁ O HAWERROTH.

- (DIA 28 QUINTA-FEIRA 20:00 hs.) O PÃO COM LINGÜIÇA– SERÁ SERVIDO NA CHURRASQUEIRA DA PISCINA À PARTIR DO HORÁRIO ESTABELECIDO.

- “OPCIONAL” O ALMOÇO DA SEXTA-FEIRA SANTA (12:00 hs.) – POR ADESÃO E PAGO FORA DO PACOTE. O PESSOAL DO HAWERROTH PODERÁ OFERECER O ALMOÇO DE SEXTA-FEIRA SANTA, QUE SERÁ A BASE DA PEIXES, DESDE QUE O INTERESSADO ENTRE EM CONTATO PARA CONFIRMAR (com antecedência), DIRETAMENTE NO RESTAURANTE E/OU VIA E-MAIL: hawerroth10@hotmail.com OBS – O NÚMERO DE ADESÃO AO ALMOÇO DETERMINARÁ À SUA REALIZAÇÃO OU NÃO. Há possibilidade de pedidos especiais desde que comunicado com antecedência.

- (29 SEXTA-FEIRA 16:00 hs.) APRESENTAÇÃO DO GRUPO DE DANÇA– NO DIA SERÁ DEFINIDO O ESPAÇO ONDE SERÁ FEITA A PRESENTAÇÃO.

-(29 SEXTA-FEIRA 17:30 hs.) PARA O CAFÉ JUNTA TUDO– A ORGANIZAÇÃO OFERECERÁ O CAFÉ, LEITE, MARGARINA, DOCE DE PÃO, AÇÚCAR E O ADOÇANTE, SERVIDOS EM MATERIAL DESCARTÁVEL (COPOS, PRATINHOS E TALHERES), QUANTO AOS ACOMPANHAMENTOS (DOCES, SALGADOS, E ETC), CADA PARTICIPANTE DEVERÁ LEVAR A SUA QUOTA, NO MINIMO PROPORCIONAL AO SEU CONSUMO.

-(DIA 29 SEXTA-FEIRA 20:00 hs.) PROJEÇÃO DATA SHOW– MOMENTO PARA EXIBIÇÃO DE FOTOS E ETC, COORDENADO PELO CASCATINHA.

- (DIA 30 SÁBADO) O TOUR PELA CIDADE– SERÁ DISPONIBILIZADO UM VEÍCULO ÀS 09:30 E OUTRO ÀS 14:00, PARA LEVAR OS PARTICIPANTES AOS PONTOS INTERESSANTES DO MUNICÍPIO. O INTERESSADO DEVERÁ PROCURAR O VEÍCULO NO HORÁRIO INDICADO OU A ORGANIZAÇÃO.

- (30 sábado 12:00 hs ) O CHURRASCO COLETIVO– CADA PARTICIPANTE DEVERÁ LEVAR O SEU QUINHÃO DE CARNE E COMPLEMENTOS.

- (30 sábado 17:00 hs) O AMIGO SECRETO DE PÁSCOA– CADA PARTICIPANTE DEVERÁ TRAZER UM CHOCOLATE DE VALOR IGUAL OU SUPERIOR A R$ 12,00 (por participante). DEVERÁ PROCURAR AOS ORGANIZADORES E ENTREGAR O CHOCOLATE PARA A ORGANIZAÇÃO DA BRINCADEIRA.

- (30 sábado 20:00 hs) JANTAR DANÇANTE POR CONTA DO PACOTE. POR SOLICITAÇÃO DOS PROPRIETÁRIOS DO HAWERROTH, PEDIMOS QUE NÃO LEVEM BEBIDAS PARA O (JANTAR).

- DOMINGO DIA 31 - ENCERRAMENTO – DIA PARA O RETORNO.

- O HAWERROTH NOS FINAIS DE SEMANA OFERECE AO PÚBLICO ALMOÇO, LANCHES E BEBIDAS, O QUE ESTARÁ DISPONIBILIZADO TAMBÉM PARA O PESSOAL DO ENCONTRO.

- AS DESPESAS NO HAWERROTH DEVERÃO SER PAGAS EM CHEQUE OU DINHEIRO. (não aceita cartões).

- NA CIDADE TEM CAIXAS ELETRÔNICOS DO BANCO DO BRASIL, CAIXA E BRADESCO.

-Mercado para eventuais necessidades, a uns 2,5Km do evento.

-Pousada “Paraíso” preço é R$ 70,00 por pessoa com café da manhã. Até 12 anos paga a metade. F:(48) 3252-0816 proprietário e Sr. Egon, reservar com antecedência porque é uma pousada pequena, porem lugar muito lindo.

ATENÇÃO - ALERTAMOS PARA QUE FIQUEM ATENTOS NO KM 20 DA RODOVIA SC 431, POIS APRESENTA DEFEITO NA PISTA.

- NO LOCAL DO ENCONTRO NÃO HÁ SINAL DE CELULAR, PODENDO SER USADO PARA RECADOS DE EMERGÊNCIA OS TELEFONES DO RESTAURANTE – (48) 3252-0018, E AINDA O DA DELEGACIA DE SÃO BONIFÁCIO (48) 3252-0156, SOLICITANDO QUE A COMUNICAÇÃO DO RECADO SEJA FEITA AO JAIRO (DELEGADO).

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

ENCONTRO NACIONAL DE CAMPISTAS “TERRA DAS ÁGUAS”

 


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De 25 a 30 de março de 2013 (Páscoa)

Balneário de Santa Helena – PR

Coordenação:

GRUPO DOS ESTRADEIROS TERRA DAS ÁGUAS

GRUPO DOS ESTRADEIROS DO PARANÁ


Convidamos todos os campistas a participarem do

Encontro Nacional Terra das Águas,

onde será comemorado:

23º aniversário do Grupo dos Estradeiros PR e

9º aniversário do Grupo Estradeiros Terra das Águas


P R O G R A M A Ç Ã O

DE SEGUNDA A QUINTA-FEIRA AS 20:00 HRS

CHOOP E MÚSICA MECÂNICA


16 A 24 MARÇO/2013

Recepção e acomodação dos equipamentos.


25.03.13 – SEGUNDA-FEIRA

20:00 horas: Som mecânico e chope a beira do lago.


26.03.13 – TERÇA-FEIRA

20:00 horas: Som mecânico, apresentação de grupo local e chope a beira do lago.


27.03.13 – QUARTA-FEIRA

20:00 horas: Som mecânico, apresentação de orquestra de sanfonas e chope a beira do lago.


28.03.13 – QUINTA-FEIRA

20:00 horas abertura do evento com a presença do prefeito municipal.

20:30 horas apresentação de grupo folclórico de danças alemã.

21:00 horas linguiçada de boas vindas com muito chope e banda musical alemã.


29.03.13 – SEXTA-FEIRA SANTA

Almoço a base de peixes

Bacalhoada à Portuguesa

Filé de peixe à milanesa

Saladas

Todas as demais guarnições


30.03.13 – SÁBADO

Dia livre para os amantes da compra no Paraguai ou ainda para praticar pescaria, caminhada ou apenas bate papo e um bom chimarrão.

20:00 HORAS - CAFÉ COLONIAL – A cargo do grupo OASIS das senhoras luteranas (considerado o melhor na região)

22:00 HORAS - BAILE DA PAZ - Não esqueça sua roupa branca ou prata


31.03.13 – DOMINGO

Livre para confraternização entre os grupos.


16 DIAS DE CAMPING LIVRE

(do dia 16/03/2013 a 31/03/2013) PARA OS PARTICIPANTES DO EVENTO.

VALOR DO PACOTE

Ônibus escolar R$ 110,00 (CENTO E DEZ REAIS) por pessoa.  Crianças  entre 8 a  12 anos R$ 60,00 (sessenta reais), maiores  de 12 anos pagam normal.

Ônibus escolar Para famílias com mais pessoas dentro do mesmo motor home / barraca / trailer / etc., segue tabela abaixo:

Ônibus escolar Para 2 pessoas no equipamento   R$ 220,00  (duzentos e vinte reais):

Ônibus escolar Para 3 pessoas no equipamento   R$ 300,00  (trezentos reais)

Ônibus escolar Para 4 pessoas no equipamento   R$ 380,00  (trezentos e oitenta reais)

Ônibus escolar Para 5 pessoas no equipamento   R$ 440,00  (quatrocentos e quarenta reais)

ATENÇÃO: Para os não integrantes de nenhuma agremiação de campismo, acrescentar R$ 30,00 por adulto.

Trazer 05 kg de alimentos não perecíveis ou R$ 10,00 (dez reais) por  equipamento  para serem doados a entidades beneficentes.

- Teremos sorteios de brindes  diariamente.

TEREMOS DIARIAMENTE DURANTE O EVENTO VANS  PARA COMPRAS NO PARAGUAI POR ADESÃO.

Para quem chegar antes do dia 16/03 ou permanecer após o dia 31/03,  a administração vai cobrar o valor de R$ 28,00 (vinte e oito reais) a diária por equipamento a serem pagos diretamente na administração do camping.

OBS: Por determinação da Itaipu e Prefeitura Municipal de Santa Helena os animais não poderão sair da dependências do Motor Home.


DESDE JÁ VOCÊ É NOSSO CONVIDADO ESPECIAL !

CONTATOS:

(45) 9975-1730 Paulo – e-mail: pp-faria@hotmail.com

(41) 9113-7249  Bidy – e-mail: bidyebidy@uol.com.br

estradeiros@grupoestradeiros.com.br

MAIORES INFORMAÇÕES: visite nosso site:

www.estradeirosterradasaguas.com.br

www.grupoestradeiros.com.br

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

II Encontro de Campistas em San Bernardino / Paraguai

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E eles já chegaram lá:

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Em 2011 voltando de Ushuaia a caminho de Santa Helena atravessamos parte do Paraguai (do sul até Salto del Guaira). Fizemos uma excelente pausa em SanBer no camping Brisas Paraguay. No ano passado o Club Bobra (São Paulo Brasil) organizou um encontro neste camping após o o evento de Sta. Helena. Neste ano repetirão a dose. Disposto a participar?

"II Encuentro de Rodanteros en San Bernardino/Paraguay
Del 31/03 al 07/04 del 2013
El programa tentativo es como sigue:
Domingo 31 de marzo: Entrada por Ciudad del Este en Convoy, a las 11:00hs aproximadamente.
Traslado a la Posada Monday, donde pernoctarán.
Visita a los Saltos del Monday.
Lunes 01 de Abril: Traslado a San Brnardino en Convoy, salida estimada 08:00 hs.
Martes02: de Abril: Desayuno Paraguay de Bienvenida
Día de “Puertas Abiertas, para visita y confraternización.
Miercoles 03 de Abril: Citytour Asu, Shopping del Sol, Luque, Aregua, Cerro Coi, con Ómnibus rentado.
A la Noche: Show con musica y danzas típicas en Casa Hassler y posterior cena en Café Francés.
Jueves 04 de Abril: Circuito de Oro, con Ómnibus rentado.
A la Noche: Cena Bailable en el Hotel del Lago.
Viernes 05 de Abril y Sábado 06 de Abril: Días de “Puertas Abiertas”
Domingo 07 de Abril: Salida en Convoy en dirección a Ciudad del Este. Salida Estimada 08:00hs.
Este evento es organizado por Brisas Del Mediterráneo y el Club de Campismo Bobra de Sao Paulo Brasil. Siendo representantes: Silvia Besteiro por parte de Brisas Del Mediterráneo y Cassio Henriquez Jorge, por parte del Club de Campismo Bobra.
Rodenteros comunicarse con Cassio:
cassiohj@yahoo.com.br
Para Curiosos comunicarse con Silvia: brisas@tigo.com.py
http://www.paraguay-hostel.com/NOTICIAS.php"


De 31/03 a 04/07 2013
Organizado pelo Grupo Bobra
Mais uma vez estaremos visitando esse país encantador que é o Paraguai. Nesta segunda edição do encontro, esperamos conhecer mais locais e cidades além de divulgar um pouco mais o caravanismo no país vizinho. Na primeira edição, os equipamentos eram uma grande novidade para os paraguaios e agora terão outra oportunidade de conhecer nossos brinquedos e claro ganharmos novos amigos.
Sairemos do encontro de Santa Helena no domingo pela manhã em comboio seguiremos para Foz do Iguaçu, Ciudad del Leste e Puerto Presidente Franco onde pernoitaremos. Na segunda pela manhã sairemos para SanBer
A programação experimental é a seguinte:
Domingo 31 de março:
Entrada por Ciudad del Este em comboio, às 11:00 horas, aproximadamente.
Traslado para Pousada MONADY, onde vamos passar a noite.
Visita as quedas de MONDAY.
Segunda-feira 01 de abril:
Traslado para San Brnardino em comboio, partida estimada 08:00.
Martes02: Abril:
Café da manhá de boas-vindas do Paraguai
Dia "Portas Abertas”, para visita e confraternização.
Quarta-feira 03 de abril:
Citytour Asu, Shopping del Sol, Luque, Areguá, Cerro Coi, com onibus alugados.
Uma Noite: Show com música e danças em Casa Hassler e depois jantar no Café francês.
Quinta-feira 4 de abril:
Circuito de Oro, com onibus alugados.
A Noite: Jantar Dançante no Hotel del Lago.
Sexta-feira 05 de Abril e sábado 06 de abril:
dia de "Portas Abertas"
Domingo 07 de Abril:
Convoy Partida para Ciudad del Este 10:00 am.
Este evento é organizado por
Club Bobra de São Paulo Brasil.
Responsavel: Jorge Cassio Henriquez,
contato:
cassiohj@yahoo.com.br
E Birsas Del Mediterráneo
www.paraguay-hostel.com

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

CAMPISMO NO BRASIL: Nosso “mea culpa”.

 

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Em plena recuperação da segunda cirurgia no ano de 2011, e enquanto não nos liberavam pra pegar a estrada, Re escreveu sobre uma das suas preocupações sobre o campismo em nosso país. Nem preciso dizer o quanto me alegro vendo sua garra, disposição e coragem.

O texto abaixo foi publicado na Revista MotorHome no 38, espero que gostem e contribuam com a discussaão do tema enviando seus comentários.

Abraços carinhosos… (Gracita)

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“Mais um ano começa e com ele o desejo de um ano melhor, mais feliz para nós, nossos familiares, amigos, enfim, para todos.

No último Encontro do RODAMUNDO (Associação dos Proprietários de Veículos de Recreação de Santa Catarina), realizado no sul do Estado, tive a oportunidade de compartilhar com meus “colegas de estrada” algumas reflexões, a partir de uma pergunta que me fiz: O que estou fazendo para deixar o campismo no Brasil melhor do que encontrei quando comecei a integrar esse movimento, essa forma de levar a vida?

Dá-me a impressão que, se fizermos uma síntese do que ouvimos e conversamos sobre as condições de praticar o campismo no Brasil, o saldo é negativo: predominam as perdas e não os ganhos. A toda hora nos chegam notícias de fechamento de camping, de lugares onde passávamos uma noite ou alguns dias, como postos de combustível, estacionamentos ou até mesmo áreas privadas que nos eram cedidas serem proibidas pelos responsáveis. Às vezes até dizem o porque, mas em outras as razões ficam veladas, deixando claro que “alguém” que por ali passou antes de nós “queimou nosso filme” por comportamentos inadequados e inaceitáveis.

Frente a tal situação, acredito que não basta reclamar, pois não existe um único responsável. Na verdade, estamos colhendo o que ajudamos a plantar. Lembro-me muito bem do tempo em que acampava de barraca quando via um trailler (motor-homes praticamente não existiam) brotava aquele desejo de um dia chegar lá. O trailler era símbolo de um acampar mais confortável, mas ainda bastante limitado no que se refere a autonomia de água, de tanques para resíduos etc, sendo portanto necessário ainda ficar em camping. Aí começaram a aparecer os motor-homes. O que mais se ouvia é que o motor-home era “the best”. Ele significava um “adeus” aos campings, pois ele tem autonomia, é mais seguro etc, etc. E assim foi, nós proprietários de motor-homes fugíamos de camping, nos vangloriávamos de “poupar diárias”. Hoje, queremos continuar “fugindo” porque achamos um absurdo as tarifas cobradas. Por outro lado, estamos sendo pressionados pela insegurança no Brasil, que não oferece muitas alternativas de pernoite ou de acampamento seguro, luz e água e, ainda, bem perto dos lugares que queremos visitar.

No encontro de julho/2012 no Camping Mundaí, numa reunião provocada com a direção para resolver algumas “pendengas”, uma colega disse, ao se referir a comportamentos de colegas, que existe uma grande diferença em “estar campista” e “ser campista”. Ela tem razão. Não são os “equipamentos” de campismo que garantem o comportamento campista, assim como não são as “togas” que garantem a ética e a honestidade. Ser campista é necessariamente ser praticante de um modo de ver e viver a vida, onde valores como liberdade, simplicidade, companheirismo, solidariedade, generosidade, disponibilidade para ajudar e ser do bem devem ser as marcas. Em contrapartida, a arrogância, o egoísmo, a falta de ética, o se achar mais do que os outros, o menosprezo às pessoas de menos recursos ou com equipamentos e hábitos mais modestos, valorização sempre por baixo do trabalho daqueles que nos atendem na estrada ou em encontros ou que nos prestam serviços em geral, são características que absolutamente não combinam com “campismo” e acabam prejudicando um movimento que podia ser atrativo para nossos filhos e netos, porque são exemplos do que não se deve ser.

Não consigo identificar a origem de certa “cultura” que se instalou no nosso meio, especialmente dos motor-homes, que devemos ter “as coisas” que necessitamos quase que de graça, se possível sem pagar nada mesmo. Não acredito que seja pelas condições financeiras, que naturalmente são bem variadas. Muitos reclamam das contribuições para participar de encontros, acham absurdamente caro algum serviço que é feito no motor-home, seja de mecânica, elétrica etc. Tem um eletricista em Florianópolis que deixou de trabalhar para proprietários de motor-home. Segundo ele, alguns “comem sardinha e querem arrotar caviar”. Sabemos que problemas elétricos ou eletrônicos nem sempre são de fácil diagnóstico. O profissional leva, muitas vezes, horas para localizar o defeito simples de resolver – um terminal oxidado, um cabo interrompido dentro de um chicote, um terra mal fixado, por exemplo. O preço é calculado não pelo conserto em si, mas pelo tempo que o profissional dedicou ao problema. Aí vem a reclamação: “Mas como? Tudo isso?”. Passamos, com esse comportamento, uma impressão negativa, como se todos nos devem favores e que, portanto, não são merecedores de um pagamento justo.

Essa cultura de sermos merecedores de benesses e não coadjuvantes e participantes de um processo de construção de um campismo mais autêntico, melhor estruturado, com mais força para “lutar” em instâncias públicas e privadas, me parece estar na base de todos os nossos problemas. E, nesse caso, a omissão ou a atitude de só reclamar e nada fazer para mudar em nada contribuem, a não ser para piorar ainda mais.

Como mudar isso? Longe de mim a pretensão de uma receita ou menos ainda de passar um sermão, até porque todos estamos aptos a cometer deslizes e comigo não é diferente. Meu propósito é tão somente não ficar omisso e contribuir na medida das minhas possibilidades. Vejo duas frentes que podem direcionar nossas ações: a primeira, aparentemente mais simples, de custo zero, mas ao mesmo tempo a mais difícil, é mudarmos naquilo que nos cabe. Ao invés de esperar que alguém faça por nós, façamos nós mesmos. As oportunidades mais a nossa mão nesse quesito, me parece, são os encontros. Hoje eles são tão somente de lazer: conversar, comer, beber, dançar e torcer para ganhar um brinde que os organizadores, parece, têm a obrigação de conseguir. Até no que se refere a “encontros” é possível melhorar. Eu sonho com o término dos fura-fila; eu sonho com uma forma menos avassaladora de iniciar as refeições, como se estivéssemos passando fome há dias; eu sonho com atitudes de gentileza e generosidade com os parceiros em termos de dividir os espaços nos locais dos encontros, de compartilhar torneiras e tomadas, sem demarcar “territórios” privados num espaço que não é nosso; eu sonho com uma atitude mais consciente de participação, ajudando os organizadores ao invés de cobrar deles como se estivéssemos “pagaaaannnndo” tudo que recebemos; eu sonho com mais ética e relação de confiança mútua nos encontros, sem a velha e detestável prática de enganar, por exemplo, quanto ao número de ocupantes de cada motor-home para pagar menos taxas de participação; eu sonho com o término da prática de reserva de lugares privilegiados, ocupando mesas e cadeiras horas antes do início dos eventos para desfrutar sempre da melhor visão ou localização; eu sonho com encontros que sejam efetivamente de confraternização, sem hierarquizar nada e ninguém, sem competição e vaidades pessoais; eu sonho com encontros onde além da confraternização, nos dediquemos a refletir e tomar decisões a favor de causas do interesse maior do campismo no Brasil; e, assim, tantos outros sonhos que podem ser realizados apenas com mudança de posturas, de atitudes e de comportamentos. Por isso, como disse, são mais difíceis. É muito fácil pedirmos mudanças nos outros, mas em nós mesmos, ah...

Uma outra frente que vejo possível trabalhar diz respeito ao papel das nossas associações. Não me refiro tão somente às diretorias dessas associações. As diretorias são, na verdade, reflexo dos associados, afinal são eleitas por eles. Conheço um pouco melhor o Grupo RODAMUNDO, pois sou um de seus fundadores. Certamente na época não se imaginava a dimensão que isso teria, especialmente no que se refere ao número de associados, portanto de proprietários de veículos de recreação. O que importa aqui é constatar em que se transformaram esses grupos, que hoje estão espalhados em todo o Brasil. Em maior ou menor grau, o que se observa é que esses grupos (com honrosas exceções) se movimentam hoje em torno da confraternização, mais especialmente em organizar os encontros, praticamente mensais. Pouca coisa tem sido feita, além disso, voltando as associações para outras questões mais amplas, visando um futuro melhor para o campismo. Mais ou menos assim estão também os fabricantes de motor-homes, preocupados em fabricar os veículos e só isso, com raras exceções.

Já em relação à sociedade em geral, a nossa imagem é de privilegiados. Ter um motor-home é sinal de certo “status” e, convenhamos, não é bem assim. Sabemos o sacrifício que a maioria de nós faz para manter essa prática do campismo apenas por se identificar com esse estilo de vida. Tenho visto pessoas acharem absolutamente normal uma família ter uma casa ou apartamento de praia sem caracterizar com a mesma dimensão como de posses elevadas. Já com o motor-home é diferente, embora, muitas vezes, uma casa ou um apartamento na praia sejam mais caros que muitos dos veículos existentes.

Essa imagem que muitos têm sobre nós também é sentida em alguns setores do poder público. Confundem-nos com ônibus de turismo e querem nos taxar para circular nos respectivos perímetros urbanos como se nossa atividade fosse lucrativa. Observamos isso em Balneário Camboriú e Itapema, para citar exemplos conhecidos.

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Comportamento esse bem diferente de alguns países europeus onde as comunidades (prefeituras) disponibilizam espaços superorganizados (não campings) para o pessoal passar a noite, com acesso à água e luz, mediante moedas que são introduzidas em máquinas organizadas para tal. Qual a diferença? Lá se procura atrair esse segmento, aqui nos afugentam, como se não fôssemos desejados.

A reflexão que cabe nesse momento é: por que isso está assim no Brasil? Certamente isso não é natural ou normal que assim seja. Essa situação está sendo construída ao longo de muito tempo, sendo que todos nós fazemos parte, de alguma forma, disso, seja pelas nossas ações e/ou omissões. Portanto, cabe um “mea culpa”, sim.

Penso que devemos superar a prática de apontar “culpados” e adotarmos uma postura propositiva e participativa. Podemos, por exemplo, introduzir esta temática em nossas conversas em encontros e fora deles; podemos falar com pessoas das nossas relações que têm alguma coisa a ver com este assunto; podemos ajudar a pensar novas práticas e ações das nossas associações, voltando-as para uma participação mais atuante no conjunto de esferas públicas e privadas, estabelecendo canais de conversação, de debates e formulação de projetos. Para tanto, também nossa contribuição para as associações deve ser repensada. A participação de uma associação em fóruns do setor requer recursos para viagens, estadias etc. Não podemos pensar que a diretoria deve tirar tais recursos de seu bolso.

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Lembro por ocasião da primeira feira do setor realizada em Gramado, comentando com o dirigente de uma das nossas associações sobre a importância de prestigiarmos tais iniciativas, ouvi do mesmo que “isso é bobagem. Uma feira assim interessa aos empresários”. Mentalidade assim não ajuda, me parece.

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Temos que juntar esforços! Nós, os usuários, precisamos de quem produza nossos veículos. Eles, por sua vez, precisam de nós e todos nós precisamos de condições para praticar o campismo. Daí porque precisamos ampliar nossos parceiros para construir essas condições, seja junto às prefeituras, aos órgãos públicos responsáveis pelas políticas e financiamento do setor etc, etc.

Espero que meu propósito seja entendido pelos “companheiros de estrada” no sentido de contribuir para o debate. O assunto já vem sendo tratado por diversas iniciativas de parceiros. Quero engrossar esse processo deixando claro que está em nós mudar a situação em que se encontra o campismo no Brasil, especialmente no tocante à estrutura para armarmos nossas barracas e estacionarmos nossos trailers e motor-homes para uma convivência harmoniosa, solidária e amiga, celebrando o que temos de mais precioso, que é a vida e quanto mais integrada com a natureza for essa celebração mais saudável ela será.” (Renato Luiz Wenzel)


E já rendeu comentários, que legal!

Segue abaixo e-mail de um querido assinante, pessoas assim nos incentiva a continuar...

Grande abraço!

Sérgio e Mari

“Meus amigos, companheiros de jornadas..., CAMPISTAS. em geral.
1- A revista "Motorhome", da 'Editora Nova Era' e a sua equipe dirigida pela Jornalista Patrícia Padilha, a cada 'bimestre' nos surpreendem em sua, sempre maior, qualidade e esforço, "no sempre se melhorar" e AJUDAR O CAMPISMO COMO UM TODO.
2-Na Edição de número 38 (jan./fev.-2013), ora recebida (15.02), queremos ressaltar e evidenciar, com muita alegria e satisfação, dois textos-comentários-reportágens muito significantes e elucidativas a respeitos do campismo 'em nossas terras Tupiniquins e, também, comparando com outros continentes', de companheiros campistas, que são eles: 'Renato Luiz Wenzel' e 'Luiz Edgar Tostes".  MERECEM SER, SEM QUALQUER SOMBRA DE DÚVIDAS, LIDOS, e com atenção. E a eles nossos aplausos.
2.1-Sem dúvida alguma, conforme pesquisa, o 'engajamento-interesse-hábito' de pessoas ao campismo deve se dar na juventude, dos 7 anos em
diante (o que faz a Coca-Cola, etc.,  e todas as marcas de cigarros, faziam, entre outras);
2.2-Parques Estaduais, etc, e afins, devem ter, sem a menor dúvida,  áreas para campismo;
2.3-Cidades Turísticas, Balneárias, Hidrominerais e cimilares-outras, devem ter áreas de campings (dificilmente sofrerão especulação imobiliária, etc., e estarão cumprindo com seu papel)
Tanto a Revista, como os companheiros redatores dos textos estão de MIL PARABÉNS.
Folgamos em saber que AINDA TEMOS BALUARTES NA DEFESA DO CAMPISMO NO BRASIL.
Mil parabéns.
Congratulações aos esforços dos nossos dois companheiros campistas acima mencionados.
Cordialmente
Antônio Jerônimo - Santos - SP - 16.02.2013.”


Renato,
Parabens por seu artigo, muito objetivo e oportuno.  Fala-se muito sobre o declinio do campismo e faz-se pouco.  Poucos são aqueles que estão dispostos a dar uma contribuição efetiva no fortalecimento do campismo.  Essa uma razão das entidades diversas terem ação limitada.
Agentes importantes na difusão e promoção para a criação de novos campings seriam as proprias associações de proprietarios de motorhomes, em suas respectivas áreas de atuação.
O momento é oportuno.  Foram eleitos  novos prefeitos e contatos dessas associações com os aqueles das cidades de interesse turistico de sua região motivariam a criação de novos espaços para camping.  Como todos são campistas experientes têm condições de assessorar na seleção de locais e estruturação dos campings.
Um outro ponto importante é o fortalecimento dos campings existentes.  É necessário que os encontros de motorhomes sejam preferencialmente em campings e não em locais cedidos por prefeituras para os eventos.  Que se façam eventos menores e com numero limitado de participantes mas que se prestigie aqueles que mantem com esforço e sacrificio seus campings.
Depois não adianta  lamentar que os campings estão fechando.
Mais uma vez parabens e os votos de pronto restabelecimento.  Espero reve-lo pelas estradas em breve.
Um cordial abraço

Luiz Edgar Tostes


Recebi a Revista Motor Home Jan/Fev/2013 e li o texto escrito por Renato Luiz Wenzel.
Gostaria de parabenizá-lo pelo conteúdo. Expressa o verdadeiro espírito que deve ser inerente ao campista e nos faz propostas de reflexão muito apropriadas à necessidade de realavancar esse segmento.
Meus enfáticos cumprimentos pelo sentimento passado.
Meu abraço ao fraterno amigo. (Marcus Teixeira)