domingo, 12 de outubro de 2008

La Poza/Pucon CH

Mais duas vistas de La Poza... onde fica o camping...


Mais um Pisco Sour lá nas termas....

Já no camping quando começávamos a traçar um pequeno assado (sem salada, pois, no afã de escolher vinhos, esquecemos deste item) quem chega? O casal na estrada! A alegria de reencontrar Andréa e Fernando neste lugar tão lindo só aumentou quando se decidiu subir o Villarrica.
À noite desrespeitando as recomendações, fizemos um esquenta no MH com queijos, salgadinhos, pisco sour de entrada, vinho, salsicha grelhada descobrindo que temos muito mais semelhanças do pensávamos. Enfim: o papo, a noite, tudo perfeito!

Chillán y Salto de Laja (Chile)

Domingo, 5 de outubro. Enquanto no Brasil se vota em prefeito e vereadores aqui no Chile comemoram os 20 anos da vitória do NÃO (a ditadura, a Pinochet, a falta de liberdade de expressão, etc.).

A Internet não pegou dentro do MH e quando fomos ao restaurante com o lap, Vitor já não estava nem Hedinha.


Seguimos, então, para Chillán guardada em nossa memória como um lugar legal com sua enorme feira. Em 13 anos a cidade cresceu muito (ainda bem que não estagnou, não é?): tem uma bela e grande avenida só para peatones/pedestres (calçadão), algumas áreas da cidade com wi-fi e, ao lado das feiras, um grande centro comercial. Estacionamos, sem custo, num posto Shell a uma quadra (esquina das avenidas Maipon/18 de septiembre) e fomos fazer a feira.

A parte artesanal divulgada como a “más rica de la zona huasa” já não é mais a mesma de nossas lembranças: muitos produtos da Guatemala e do Peru, comuns em vários lugares, e os produtos locais com qualidade duvidosa (o casal mapuche de madeira já não tem o mesmo acabamento, por exemplo).

Ao contrário a feira de flores, frutas, condimentos e legumes é um desbunde. Tem de tudo e com qualidade!



Voltamos a Ruta 5, estacionamos atrás do restaurante do COPEC Chillan Sur (km 410), bem na direção da antena da Telefônica e não deu outra: internet dentro do MH. Falamos e nos vimos pelo skype com o Vitor e depois com a Hedinha.

Salto de Laja CH

Morangos da feria de Chillán, hum....
Rumo ao sul, após o pedágio, desviamos para a antiga Panamericana (em 5 km ela já encontra com a nova) para rever Salto de Laja. Na vez passada tinha um camping à beira do rio há uns 500 metros acima das cachoeiras e mais nada. Hoje tem vários campings e hotéis. Lá um senhor cobrava para que se fotografasse com llamas.


Hoje criaram um parque nacional e um comércio artesanal que quase ofusca a visão do lugar. Estacionamos na frente da oficina de turismo e fomos até o Salto agora por um caminho lajotado.

Surpresa: quem está lá tirando fotos, só que num burrico? O mesmo senhor das llamas. Mudou o animal porque quando fizeram o novo traçado da rodovia, mas ainda não tinha o parque, a situação financeira apertou e ele as vendeu.

Tudo é muito mais bonito do que lembrávamos!



Salto de Laja CH 2

Continuação das fotos de Salta de Laja






Dormimos num COPEC logo após Los Angeles e em frente aos carabineros onde nos cederam luz até a meia noite: isso porque o Renato explicou que o banho e a geladeira são a gás. A razão disso, segundo a gerente, é que no verão vem muitos MH e eles não dão conta. Sugerimos que colocassem tomadas com relógios e cobrassem uma pequena taxa.

De salto de laja para Villa Rica

Salto de Laja
A paisagem agora já não tem parreiras, mas é de um verde muito lindo com alguns vulcões nevados ao fundo: perfeita!

Entramos em Villarrica, pois conferimos que na outra viagem não a conhecemos porque, como era verão, fomos até Valdívia que é muito linda e interessante. Agora queremos um camping para deixar o MH em segurança e conhecer o lugar. Também aproveitaremos para lavar roupas, ver o que ta havendo com a geladeira que, quando no gás, não rende o que devia.


Já na chegada a visão do vulcão Villarrica é maravilhosa. A cidade, ao lado do lago também parece bonita.




Seguimos até a costanera, mas não foi possível usá-la porque está em reforma. O camping mais próximo da cidade e à beira do lago não nos agradou, pois parece abandonado. Assim, seguimos para Pucón, também a beira do lago, e mais perto do vulcão.

sábado, 4 de outubro de 2008

De Caldeira até Maule (litoral e vales dos vinhos)

No COPEC em Coquimbo onde dormimos os empregados nos cederam luz com o compromisso de a desligarmos antes das 7 h (quando chegaria a chefe deles, que “não cederia luz porque é muito chata”), o que obedecemos, religiosamente, é claro!

Toda esta região de La Serena é muito bonita e merece ser conhecida com mais calma e tempo: ficará para a próxima viagem.

Seguimos para a península de Guanaqueros atrás da propaganda de um camping situado a 50 metros do pueblo e a 4 km da Panamericana e que teria 2 quadras de tênis (oba, poderemos nos desenferrujar para o TAT do final do mês, pensamos). O camping é muito bonito mesmo (não vimos as quadras) só que estava totalmente vazio pq não é temporada. Fomos atendidos por uma burrocrática que não sabe negociar: se um ‘sítio’ para, até, 6 pessoas (podem armar várias barracas) custa $17.000, como para nós dois o preço é de $10.000? Explicamos que o chuveiro é a gás, etc. Não sei se foi o jeito seco dela ou se o tempo nublado/frio contribuiu, mas achamos caro e não ficamos.